Números 20:1 a 13
Acredita-se que estes acontecimentos narrados no capítulo 20 tenham acontecido no último ano de peregrinação do povo no deserto: o pecado de Moisés e Arão, a morte deles e a morte de Miriam. Mais uma vez o povo murmurou. Moisés ficou severamente amargurado por ver a nova geração agindo com a mesma murmuração que os pais. Eles não haviam aprendido a lição. Viram seus pais reclamarem a vida toda, e ao invés de detectarem o pecado dos pais, se desvencilharem do mal exemplo e seguir o caminho da piedade, resolveram copiar o pecado de seus pais.
Moisés então, abandonando a mansidão que o acompanhara por anos à fio, deu largas à sua ira. O Salmo 106 cita este acontecimento da seguinte forma: "Depois, o indignaram nas águas de Meribá, e, por causa deles, sucedeu mal à Moisés, pois foram rebeldes ao Espírito de Deus, e Moisés falou irrefletidamente." (versos 32 e 33). Note que o texto reconhece que o povo incitou Moisés ao erro, mas ele foi responsabilizado por reagir com ira. Aprendemos, assim, que mesmo que outras pessoas nos 'levem a pecar', a responsabilidade diante de Deus pelo nosso pecado é toda nossa, não podemos dividí-la com quem nos 'fez pecar'!
Deus deu instruções claras à Moisés, e ele se precipitou em sua ira. Abrrogou para si o poder de tirar a água da rocha quando disse: " ...porventura, faremos sair água desta rocha para vós outros?" Também desobedeceu a ordem de 'falar à rocha' e a feriu duas vezes. Esta atitude foi denominada como incredulidade e rebelião da parte de Moisés, e também de Arão, que participou ativamente de todos os eventos descritos. Com esta atitude Moisés demonstrou que não estava mais apto para introduzir Israel na Terra prometida. Deus suscitaria outro líder para fazê-lo. Arão morreu logo depois e Moisés chegou apenas até a fronteira de Canaã.
Uma tentativa desesperada de fazer meus adolescentes e jovens amarem a leitura!!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Números 19
" Considerando que uma multidão de pessoas morreram por causa da rebelião de Coré, e os meios comuns para remover a contaminação resultante de tocar em cadáveres não eram provisão suficiente, o Senhor proveu um sacrifício especial para purificar o acampamento. Os israelitas haviam de lavar-se segundo as regras da purificação. Preparou-se a água da purificação misturando nela as cinzas da novilha ruiva; a cerimônia foi, em alguns aspectos, semelhante à da purificação do leproso. O escritor da carta aos Hebreus alude a este fato quando menciona a "cinza duma novilha" (9:13). Encerra um claro simbolismo. Como as cinzas da novilha ruiva limpavam cerimonialmente o israelita contaminado, assim o sangue de Jesus satisfaz a justiça divina, limpa a consciência do pecador e o reconcilia com Deus"
Paul Hoff
" Considerando que uma multidão de pessoas morreram por causa da rebelião de Coré, e os meios comuns para remover a contaminação resultante de tocar em cadáveres não eram provisão suficiente, o Senhor proveu um sacrifício especial para purificar o acampamento. Os israelitas haviam de lavar-se segundo as regras da purificação. Preparou-se a água da purificação misturando nela as cinzas da novilha ruiva; a cerimônia foi, em alguns aspectos, semelhante à da purificação do leproso. O escritor da carta aos Hebreus alude a este fato quando menciona a "cinza duma novilha" (9:13). Encerra um claro simbolismo. Como as cinzas da novilha ruiva limpavam cerimonialmente o israelita contaminado, assim o sangue de Jesus satisfaz a justiça divina, limpa a consciência do pecador e o reconcilia com Deus"
Paul Hoff
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Números 18
Este texto descreve para nós a responsabilidades sacerdotais. Notem que os levitas poderiam fazer diversos serviços, porém não poderiam se aproximar dos utensílios do santuário, nem do altar, para que não morressem. Apenas Arão e seus filhos poderiam cuidar desta parte sagrada. Somente eles poderiam cuidar do serviço que estivesse 'dentro do véu'. Qualquer outro que se chegasse, morreria.
"A imperfeição do sacerdócio deles era indicada por terem de oferecer sacrifícios pelos seus próprios pecados, bem como pelo pecado de outros. Essa imperfeição apontava para um Sacerdote maior e mais perfeito, que não precisava oferecer sacrifícios pelos seus próprios pecados." ( comentário da Bíblia de Genebra). Em Cristo, nosso eterno sumo sacerdote sem pecados e que ofereceu um sacrifício perfeito e cabal, temos acesso ao Santo dos Santos, que representava a presença de Deus. Por causa do sacrifício perfeito de Cristo agora nós somos sacerdotes e levamos nossa adoração diretamente ao Pai, por meio de Cristo!
Vemos também a instituição dos dízimos dos levitas. Eles seriam uma tribo sem posses e sem herança. Sua herança era o Senhor. Eles viveriam dos dízimos e das ofertas que o povo trazia. E os levitas deveriam também dar os dízimos dos dízimos que recebiam aos sacerdotes. Era uma maneira de suprir as necessidades dos servos de Deus, e ao mesmo tempo demonstrar gratidão ao Senhor por tudo que tinham. Deus sempre deixa coisas paupáveis, atitudes práticas para fortalecer nossa fé nele, nossa confiança, nossa gratidão além das palavras! E o dízimo é uma das formas de fazermos isso.
Este texto descreve para nós a responsabilidades sacerdotais. Notem que os levitas poderiam fazer diversos serviços, porém não poderiam se aproximar dos utensílios do santuário, nem do altar, para que não morressem. Apenas Arão e seus filhos poderiam cuidar desta parte sagrada. Somente eles poderiam cuidar do serviço que estivesse 'dentro do véu'. Qualquer outro que se chegasse, morreria.
"A imperfeição do sacerdócio deles era indicada por terem de oferecer sacrifícios pelos seus próprios pecados, bem como pelo pecado de outros. Essa imperfeição apontava para um Sacerdote maior e mais perfeito, que não precisava oferecer sacrifícios pelos seus próprios pecados." ( comentário da Bíblia de Genebra). Em Cristo, nosso eterno sumo sacerdote sem pecados e que ofereceu um sacrifício perfeito e cabal, temos acesso ao Santo dos Santos, que representava a presença de Deus. Por causa do sacrifício perfeito de Cristo agora nós somos sacerdotes e levamos nossa adoração diretamente ao Pai, por meio de Cristo!
Vemos também a instituição dos dízimos dos levitas. Eles seriam uma tribo sem posses e sem herança. Sua herança era o Senhor. Eles viveriam dos dízimos e das ofertas que o povo trazia. E os levitas deveriam também dar os dízimos dos dízimos que recebiam aos sacerdotes. Era uma maneira de suprir as necessidades dos servos de Deus, e ao mesmo tempo demonstrar gratidão ao Senhor por tudo que tinham. Deus sempre deixa coisas paupáveis, atitudes práticas para fortalecer nossa fé nele, nossa confiança, nossa gratidão além das palavras! E o dízimo é uma das formas de fazermos isso.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Números 17
A autoridade do sacerdócio de Arão havia sido questionada na revolta de Corá. Então o Senhor, no intuito de reafirmar esta autoridade, ordenou que cada tribo trouxesse ao Tabernáculo o bordão de seu líder maior. Um bordão representando cada tribo e o de Arão representando a tribo de Levi.
O bordão (ou vara) era símbolo de autoridade e proeminência, como o cetro de um rei. Como a vara não poderia reverdecer sozinha, aquela vara que, posta perante o Senhor na tenda do Testemunho, no outro dia florescesse, era a vara escolhida. E esta foi a de Arão, demonstrando claramente ao povo que Arão não estava à frente como sacerdote baseado em seus dons naturais, mas na eleição divina. Deus soberanamente o havia escolhido e à sua família para estarem como sacerdotes, mediadores entre Deus e o povo. A vara é posta 'perante o Testemunho' (defronte da arca, no Santo dos Santos), como sinal perpétuo da escolha de Arão e seus filhos como sacerdotes.
No verso 10 Deus mostra o motivo de ter proposto tal teste. Ele queria que as murmurações que estavam sendo feitas contra os seus escolhidos, para serem mediadores, parassem. O segundo motivo nos remete mais uma vez à longanimidade de Deus: "para que não morram"! Deus está mostrando nestas palavras que quer dar à estes rebeldes chance de se convencerem que aquela escolha havia sido feita por ELE e assim, parassem de pecar e não morressem! Que grande e misericordioso Deus é o nosso Deus!
A autoridade do sacerdócio de Arão havia sido questionada na revolta de Corá. Então o Senhor, no intuito de reafirmar esta autoridade, ordenou que cada tribo trouxesse ao Tabernáculo o bordão de seu líder maior. Um bordão representando cada tribo e o de Arão representando a tribo de Levi.
O bordão (ou vara) era símbolo de autoridade e proeminência, como o cetro de um rei. Como a vara não poderia reverdecer sozinha, aquela vara que, posta perante o Senhor na tenda do Testemunho, no outro dia florescesse, era a vara escolhida. E esta foi a de Arão, demonstrando claramente ao povo que Arão não estava à frente como sacerdote baseado em seus dons naturais, mas na eleição divina. Deus soberanamente o havia escolhido e à sua família para estarem como sacerdotes, mediadores entre Deus e o povo. A vara é posta 'perante o Testemunho' (defronte da arca, no Santo dos Santos), como sinal perpétuo da escolha de Arão e seus filhos como sacerdotes.
No verso 10 Deus mostra o motivo de ter proposto tal teste. Ele queria que as murmurações que estavam sendo feitas contra os seus escolhidos, para serem mediadores, parassem. O segundo motivo nos remete mais uma vez à longanimidade de Deus: "para que não morram"! Deus está mostrando nestas palavras que quer dar à estes rebeldes chance de se convencerem que aquela escolha havia sido feita por ELE e assim, parassem de pecar e não morressem! Que grande e misericordioso Deus é o nosso Deus!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Números 16
E lá vamos nós para mais um episódio de rebelião do povo de Deus...E desta vez foi um motim! Corá era levita e cobiçava o sacerdócio para si. Já Datã e Abirão, por serem descendentes de Rúbem, o primogênito de Jacó, achavam que a autoridade civil pertencia a eles. As duas facções formaram uma aliança político-religiosa que contou com o apoio de duzentos e cinqüenta príncipes de Israel, homens importantes, 'varões de renome'. Eles argumentavam que toda a autoridade do povo havia sido posta sobre os dois irmãos, Moisés e Arão, esquecendo-se de que Deus os havia posto à frente do povo. Sendo assim, não era contra Moisés e Arão que aqueles homens estavam voltando as costas, mas contra o próprio Deus!
Como tudo que está ruim pode piorar, quando Moisés manda chamar a Datã e Abirão à sua presença, eles se recusam a ir e ainda descrevem o Egito como "terra que mana leite e mel", numa clara zombaria que demonstra sua absoluta falta de reverência.
Moisés não faz nenhum esforço para reivindicar seu posto e o de Arão. Ele deixou que Deus julgasse entre eles, mostrando através da prova proposta, quem eram os detentores do sacerdócio e da autoridade no povo de Deus. E foi então que o terrível juízo divino caiu sobre o rebeldes, mostrando quão grave é levantar-se contra as autoridades que Deus instituiu no meio do seu povo. Eles foram tragados pela terra, enterrados vivos com tudo que lhes pertencia, família, servos,bens...
Segundo o texto que se encontra em Números 26:11, os filhos de Corá foram poupados, numa demonstração da imensa graça divina. Embora tenham sido excluídos do sacerdócio, os descendentes de corá ocuparam postos de honra no serviço do santuário. Um deles foi Samuel, destacado profeta e e último juíz de Israel (I Crônicas 6:33). Vários Salmos são atribuídos aos filhos de Corá, dentre eles o tão conhecido Salmo 84: "Quão amáveis são os teus tabernáculos, Senhor dos Exércitos!". Mais uma linda lição para nós: apesar dos pecados e fracassos dos pais, os filhos podem ser grandes no reino de Deus. Pura misericórdia e amor!
Logo no dia seguinte, o povo rebelou-se novamente, foram corrompidos pelas palavras insolentes dos amotinados que haviam sido tragados no dia anterior. Eles morreram, mas deixaram plantada a semente da rebelião no coração do povo. Chegaram ao absurdo de acusarem Moisés pelo terrível fim dos rebeldes. E Deus interveio mais uma vez para ensinar àquele povo a respeitar seus servos e o triste resultado foi uma praga que matou quatorze mil e setecentas pessoas. E a praga só cessou quando foi oferecido, a mando de Moisés, uma oferta pelo pecado do povo. Ele era um verdadeiro servo de Deus, não preocupado em demarcar sua posição, mas preocupado com o povo, e intercedendo por eles, para que Deus tivesse misericórdia e fizesse a praga cessar!
E lá vamos nós para mais um episódio de rebelião do povo de Deus...E desta vez foi um motim! Corá era levita e cobiçava o sacerdócio para si. Já Datã e Abirão, por serem descendentes de Rúbem, o primogênito de Jacó, achavam que a autoridade civil pertencia a eles. As duas facções formaram uma aliança político-religiosa que contou com o apoio de duzentos e cinqüenta príncipes de Israel, homens importantes, 'varões de renome'. Eles argumentavam que toda a autoridade do povo havia sido posta sobre os dois irmãos, Moisés e Arão, esquecendo-se de que Deus os havia posto à frente do povo. Sendo assim, não era contra Moisés e Arão que aqueles homens estavam voltando as costas, mas contra o próprio Deus!
Como tudo que está ruim pode piorar, quando Moisés manda chamar a Datã e Abirão à sua presença, eles se recusam a ir e ainda descrevem o Egito como "terra que mana leite e mel", numa clara zombaria que demonstra sua absoluta falta de reverência.
Moisés não faz nenhum esforço para reivindicar seu posto e o de Arão. Ele deixou que Deus julgasse entre eles, mostrando através da prova proposta, quem eram os detentores do sacerdócio e da autoridade no povo de Deus. E foi então que o terrível juízo divino caiu sobre o rebeldes, mostrando quão grave é levantar-se contra as autoridades que Deus instituiu no meio do seu povo. Eles foram tragados pela terra, enterrados vivos com tudo que lhes pertencia, família, servos,bens...
Segundo o texto que se encontra em Números 26:11, os filhos de Corá foram poupados, numa demonstração da imensa graça divina. Embora tenham sido excluídos do sacerdócio, os descendentes de corá ocuparam postos de honra no serviço do santuário. Um deles foi Samuel, destacado profeta e e último juíz de Israel (I Crônicas 6:33). Vários Salmos são atribuídos aos filhos de Corá, dentre eles o tão conhecido Salmo 84: "Quão amáveis são os teus tabernáculos, Senhor dos Exércitos!". Mais uma linda lição para nós: apesar dos pecados e fracassos dos pais, os filhos podem ser grandes no reino de Deus. Pura misericórdia e amor!
Logo no dia seguinte, o povo rebelou-se novamente, foram corrompidos pelas palavras insolentes dos amotinados que haviam sido tragados no dia anterior. Eles morreram, mas deixaram plantada a semente da rebelião no coração do povo. Chegaram ao absurdo de acusarem Moisés pelo terrível fim dos rebeldes. E Deus interveio mais uma vez para ensinar àquele povo a respeitar seus servos e o triste resultado foi uma praga que matou quatorze mil e setecentas pessoas. E a praga só cessou quando foi oferecido, a mando de Moisés, uma oferta pelo pecado do povo. Ele era um verdadeiro servo de Deus, não preocupado em demarcar sua posição, mas preocupado com o povo, e intercedendo por eles, para que Deus tivesse misericórdia e fizesse a praga cessar!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Números 15
Logo após ter rejeitado o povo por sua desobediência em não tomar a Terra prometida, Deus dá a eles leis sobre os pecados por ignorância e pecados deliberados. Existe uma imensa diferença entre pecarmos inadvertidamente, sem sermos avisados, e pecarmos conscientemente, 'atrevidamente', como diz o texto. Se o pecado fosse por ignorância, havia a possibilidade de se fazer sacrifício expiatório, mas o pecado deliberado era punido com a morte! Isto porque demonstrava explicitamente o desprezo pela palavra de Deus. Quando se sabe que tal atitude é pecaminosa, se é avisado e admoestado, e mesmo assim o coração impenitente não se dobra, a rebelião é evidente!
As franjas que os israelitas tinham que fazer nas bordas dos seus vestidos serviam para lembrar-lhes que deviam obedecer os mandamentos do Senhor e não o seu próprio coração. O Senhor conhece o nosso interior, e embora possamos enganar a homens, ele sabe exatamente o que se passa dentro de nós. Por isso mesmo nos desafia a não confiar em nossos corações corruptos, em nossas emoções corrompidas pelo pecado, mas em sua palavra! "E as borlas estarão ali para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor e os cumprais; não seguireis os desejos do vosso coração, nem os vossos olhos..." Isto é viver por fé! Não nos guiarmos pelo que sentimos e vemos, pelas circunstâncias que se apresentam, mas unicamente pelos mandamentos do Senhor, que são puros, retos,límpidos, alegram o coração e são mais desejáveis do que o ouro! Que tipos de 'borlas' podemos fazer hoje em dia para não esquecermos da redenção divina e da importância de cumprirmos sua vontade? Quais tipos de exercícios você tem desenvolvido na sua vida diária para se livrar das redes do pecado? Como podemos manter a chama do Evangelho acesa em nós diariamente, nos lembrando da santidade de Deus e da necessidade de sermos santos como ele é santo? Aceito sugestões!
Logo após ter rejeitado o povo por sua desobediência em não tomar a Terra prometida, Deus dá a eles leis sobre os pecados por ignorância e pecados deliberados. Existe uma imensa diferença entre pecarmos inadvertidamente, sem sermos avisados, e pecarmos conscientemente, 'atrevidamente', como diz o texto. Se o pecado fosse por ignorância, havia a possibilidade de se fazer sacrifício expiatório, mas o pecado deliberado era punido com a morte! Isto porque demonstrava explicitamente o desprezo pela palavra de Deus. Quando se sabe que tal atitude é pecaminosa, se é avisado e admoestado, e mesmo assim o coração impenitente não se dobra, a rebelião é evidente!
As franjas que os israelitas tinham que fazer nas bordas dos seus vestidos serviam para lembrar-lhes que deviam obedecer os mandamentos do Senhor e não o seu próprio coração. O Senhor conhece o nosso interior, e embora possamos enganar a homens, ele sabe exatamente o que se passa dentro de nós. Por isso mesmo nos desafia a não confiar em nossos corações corruptos, em nossas emoções corrompidas pelo pecado, mas em sua palavra! "E as borlas estarão ali para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor e os cumprais; não seguireis os desejos do vosso coração, nem os vossos olhos..." Isto é viver por fé! Não nos guiarmos pelo que sentimos e vemos, pelas circunstâncias que se apresentam, mas unicamente pelos mandamentos do Senhor, que são puros, retos,límpidos, alegram o coração e são mais desejáveis do que o ouro! Que tipos de 'borlas' podemos fazer hoje em dia para não esquecermos da redenção divina e da importância de cumprirmos sua vontade? Quais tipos de exercícios você tem desenvolvido na sua vida diária para se livrar das redes do pecado? Como podemos manter a chama do Evangelho acesa em nós diariamente, nos lembrando da santidade de Deus e da necessidade de sermos santos como ele é santo? Aceito sugestões!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Números 14:13 a 45
Após Deus ter dito que destruiria o povo e de Moisés formaria uma nova nação, Moisés intercede pelo povo usando dois argumentos fortes: a reputação de Deus (versículos 15 e 16) e a sua insondável misericórdia (versículos 18 e 19). Deus então sentencia que aqueles espias que não creram e incitaram o povo contra o Senhor, morreriam de praga perante o Senhor. E assim se fez. Dos doze espias,somente Josué e Calebe escaparam. E o testemunho que o próprio Deus deu a respeito destes dois foi lindo, o Senhor diz que eles perseveraram em segui-lo. Estes dois homens creram nas promessas de Deus a despeito do que seus olhos viram! Eles também viram os gigantes, eles também conheciam as dificuldades que enfrentariam para guerrear contra aquele povo, mas não obstante, perseveraram firmes, crendo que o Senhor estava à frente do povo.
Depois da intercessão de Moisés, Deus declara seu perdão ao povo, mas não retira dele a disciplina. Os adultos que se negaram a seguir para a conquista da Terra, deveriam morrer sem entrar em Canaã. O povo não entraria enquanto restasse sequer um vivo daquela geração, e o castigo foi expresso: "Neste deserto cairá o vosso cadáver...mas os vossos filhos, de que dizeis: Por presa serão, farei entrar nela; e eles conhecerão a terra que vós desprezastes." Podemos aprender com este trecho a gravidade do pecado! Os filhos daqueles homens incrédulos foram atingidos seriamente pelo pecado de seus pais, tendo que vagar e ser pastores naquele deserto por quarenta anos, até que a geração de seus pais passasse, como o verso 33: "Vossos filhos serão pastores neste deserto quarenta anos e levarão sobre si as vossas infidelidades, até que o vosso cadáver se consuma neste deserto." Por isso devemos considerar com gravidade nossas decisões. Elas afetam as pessoas que nos cercam. Se as amamos de fato, devemos fugir do pecado, pois quando somos disciplinados por Deus por causa do nosso pecado, as pessoas que estão à nossa volta, também são atingidas de uma forma ou de outra. Os filhos daqueles homens rebeldes e incrédulos não deixaram de entrar em Canaã, eles alcançaram as promessas, mas sofreram no deserto por causa do pecado de seus pais.
E por fim, o povo 'resolve' obedecer tardiamente, e mesmo diante da negação de Moisés e da sentença de Deus, de que passariam quarenta anos vagueando naquele deserto,e de que o Senhor não estaria com eles, e que eles não prosperariam, eles decidem fazer aquilo que acham melhor, tomando Canaã. Mais uma vez foram rebeldes e incrédulos, e sem a bênção de Deus, não havia batalha ganha. Foram derrotados!
Após Deus ter dito que destruiria o povo e de Moisés formaria uma nova nação, Moisés intercede pelo povo usando dois argumentos fortes: a reputação de Deus (versículos 15 e 16) e a sua insondável misericórdia (versículos 18 e 19). Deus então sentencia que aqueles espias que não creram e incitaram o povo contra o Senhor, morreriam de praga perante o Senhor. E assim se fez. Dos doze espias,somente Josué e Calebe escaparam. E o testemunho que o próprio Deus deu a respeito destes dois foi lindo, o Senhor diz que eles perseveraram em segui-lo. Estes dois homens creram nas promessas de Deus a despeito do que seus olhos viram! Eles também viram os gigantes, eles também conheciam as dificuldades que enfrentariam para guerrear contra aquele povo, mas não obstante, perseveraram firmes, crendo que o Senhor estava à frente do povo.
Depois da intercessão de Moisés, Deus declara seu perdão ao povo, mas não retira dele a disciplina. Os adultos que se negaram a seguir para a conquista da Terra, deveriam morrer sem entrar em Canaã. O povo não entraria enquanto restasse sequer um vivo daquela geração, e o castigo foi expresso: "Neste deserto cairá o vosso cadáver...mas os vossos filhos, de que dizeis: Por presa serão, farei entrar nela; e eles conhecerão a terra que vós desprezastes." Podemos aprender com este trecho a gravidade do pecado! Os filhos daqueles homens incrédulos foram atingidos seriamente pelo pecado de seus pais, tendo que vagar e ser pastores naquele deserto por quarenta anos, até que a geração de seus pais passasse, como o verso 33: "Vossos filhos serão pastores neste deserto quarenta anos e levarão sobre si as vossas infidelidades, até que o vosso cadáver se consuma neste deserto." Por isso devemos considerar com gravidade nossas decisões. Elas afetam as pessoas que nos cercam. Se as amamos de fato, devemos fugir do pecado, pois quando somos disciplinados por Deus por causa do nosso pecado, as pessoas que estão à nossa volta, também são atingidas de uma forma ou de outra. Os filhos daqueles homens rebeldes e incrédulos não deixaram de entrar em Canaã, eles alcançaram as promessas, mas sofreram no deserto por causa do pecado de seus pais.
E por fim, o povo 'resolve' obedecer tardiamente, e mesmo diante da negação de Moisés e da sentença de Deus, de que passariam quarenta anos vagueando naquele deserto,e de que o Senhor não estaria com eles, e que eles não prosperariam, eles decidem fazer aquilo que acham melhor, tomando Canaã. Mais uma vez foram rebeldes e incrédulos, e sem a bênção de Deus, não havia batalha ganha. Foram derrotados!
Assinar:
Postagens (Atom)