Deuteronômio 12:15 a 32
Vemos aqui algumas recomendações sobre o que e como o povo deveria comer, sobre o auxílio que deveriam sempre prestar aos levitas, não desamparando-os, mas vemos especialmente a recomendação do Senhor para que o povo se abstivesse das práticas idólatras dos povos daquela região, que seriam destruídos.
A advertência do Senhor era para que os hebreus não IMITASSEM aquelas nações que haviam sido destruídas. Sim, elas foram destruídas, mas sua ideologia ainda poderia contaminar! Tamanha é a força e o poder das idéias, que mesmo depois de destruídas aquelas nações, o Senhor adverte ao povo a não se encantar com suas filosofias de vida, e seus cultos, suas práticas religiosas e seus deuses.
Este é um alerta para nós que vivemos em meio a uma geração corrupta e perversa. Eles não foram destruídos. Estão ao nosso lado, convivendo conosco, enchendo nossos ouvidos e nossas mentes diariamente com seus conceitos mundanos e suas ideologias egoístas e pecaminosas! Que tremenda luta temos nós, tendo que conviver diariamente com um bombardeio tão grande de conceitos e opiniões e filosofias que desafiam abertamente e inescrupulosamente a vontade de Deus, expressa em sua Palavra. Por isso a pregação de Romanos 12:1 e 2 que ouvimos domingo destes, torna-se tão necessária! Precisamos não nos amoldar a este século, não pensar como eles pensam, não agir como eles, não desejar o que eles desejam. Ao contrário, através da Palavra de Deus, precisamos nos transformar, transformar nossos conceitos todos os dias através da renovação da nossa mente. Só assim experimentaremos a boa, perfeita e agradável vontade de Deus!
Uma tentativa desesperada de fazer meus adolescentes e jovens amarem a leitura!!
terça-feira, 17 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Deuteronômio 12: 1 a 14
Neste trecho é dito ao povo que se 'livrasse' de tudo que fosse resquícios ou lembranças da idolatria, dos cultos daqueles povos aos seus deuses. Eles deveriam quebrar, queimar, lançar fora, para que não aprendessem seus costumes. Pelo contrário, era exigido do povo que se santificasse e oferecesse a Deus apenas aquilo que ele mesmo havia determinado para seu culto.No verso 7 ele diz que naquele lugar de culto, eles comeriam aqueles sacrifícios que eram compartilhados entre os sacerdotes e os ofertantes e que eles deveriam se alegrar! A adoração do povo de Deus era santa, pura, reverente, mas isto não quer dizer que era algo tristonho. Não! Aquele deveria ser um momento de profundo regozijo. "A adoração a um Deus santo envolvia o arrependimento e a purificação, mas o coração redimido ficava cheio de de alegria e louvou."(Bíblia de genebra).
E assim é o nosso culto. Embora reverente, profundamente alegre! Embora humilhados e arrependidos por nossos pecados, exultantes! Esta é a alegria provocada pelo Espírito Santo de Deus, quando somos convencidos de nossos pecados. Me lembro do texto de II Coríntios 7:9 e 10 que diz assim: "...agora, me alegro não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados para arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus, para que, de nossa parte, nenhum dano sofrêsseis. Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte." Este é o motivo de nosso coração estar jubiloso durante os cultos que prestamos. Não porque estamos 'bem' naquele dia, ou porque estamos animados e de bom humor. Nos alegramos apesar das lutas, porque fomos reconciliados com Deus, porque recebemos a graça do arrependimento e a dádiva do perdão. Nunca nos esqueçamos destas bênçãos quando nos achegarmos a Deus para prestar-lhe culto!
Neste trecho é dito ao povo que se 'livrasse' de tudo que fosse resquícios ou lembranças da idolatria, dos cultos daqueles povos aos seus deuses. Eles deveriam quebrar, queimar, lançar fora, para que não aprendessem seus costumes. Pelo contrário, era exigido do povo que se santificasse e oferecesse a Deus apenas aquilo que ele mesmo havia determinado para seu culto.No verso 7 ele diz que naquele lugar de culto, eles comeriam aqueles sacrifícios que eram compartilhados entre os sacerdotes e os ofertantes e que eles deveriam se alegrar! A adoração do povo de Deus era santa, pura, reverente, mas isto não quer dizer que era algo tristonho. Não! Aquele deveria ser um momento de profundo regozijo. "A adoração a um Deus santo envolvia o arrependimento e a purificação, mas o coração redimido ficava cheio de de alegria e louvou."(Bíblia de genebra).
E assim é o nosso culto. Embora reverente, profundamente alegre! Embora humilhados e arrependidos por nossos pecados, exultantes! Esta é a alegria provocada pelo Espírito Santo de Deus, quando somos convencidos de nossos pecados. Me lembro do texto de II Coríntios 7:9 e 10 que diz assim: "...agora, me alegro não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados para arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus, para que, de nossa parte, nenhum dano sofrêsseis. Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte." Este é o motivo de nosso coração estar jubiloso durante os cultos que prestamos. Não porque estamos 'bem' naquele dia, ou porque estamos animados e de bom humor. Nos alegramos apesar das lutas, porque fomos reconciliados com Deus, porque recebemos a graça do arrependimento e a dádiva do perdão. Nunca nos esqueçamos destas bênçãos quando nos achegarmos a Deus para prestar-lhe culto!
terça-feira, 10 de maio de 2011
Deuteronômio 11:8 a 32
"Tende, pois, cuidado em cumprir todos os estatutos e os juízos que eu, hoje, vos prescrevo." (verso 32). O restante deste capítulo nos mostra os beneficios da obediência em contraposição a maldição proveniente do abandono das leis de Deus.
Devemos ter em mente o contraste que Deus queria mostrar a seus filhos. No egito viviam escravos, no deserto passaram aflições e provações, mas estavam a caminho da terra prometida, uma terra em que tudo lhes iria bem, prosperaria! Apenas era exigido do povo que fossem obedientes a lei de Deus.
Assim também estamos nós. Éramos escravos no Egito. Hoje somos peregrinos pelos desertos desta vida, mas nosso coração se enche de gozo ao lembrarmos das maravilhosas promessas que nos aguardam na Canaã celestial. Vivemos uma vida aqui de amor a Deus e obediência, e já experimentamos um pouco do que será o porvir prometido nas Escrituras. Esta é certeza nos enche esperança!
"Tende, pois, cuidado em cumprir todos os estatutos e os juízos que eu, hoje, vos prescrevo." (verso 32). O restante deste capítulo nos mostra os beneficios da obediência em contraposição a maldição proveniente do abandono das leis de Deus.
Devemos ter em mente o contraste que Deus queria mostrar a seus filhos. No egito viviam escravos, no deserto passaram aflições e provações, mas estavam a caminho da terra prometida, uma terra em que tudo lhes iria bem, prosperaria! Apenas era exigido do povo que fossem obedientes a lei de Deus.
Assim também estamos nós. Éramos escravos no Egito. Hoje somos peregrinos pelos desertos desta vida, mas nosso coração se enche de gozo ao lembrarmos das maravilhosas promessas que nos aguardam na Canaã celestial. Vivemos uma vida aqui de amor a Deus e obediência, e já experimentamos um pouco do que será o porvir prometido nas Escrituras. Esta é certeza nos enche esperança!
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Deuteronômio 11:1 a 7
Quando o texto fala dos "filhos que não conheceram, nem viram a disciplina do Senhor, vosso Deus", provavelmente está se referindo aos filhos que ainda haveriam de nascer. Deus estava preocupado, às portas de canaã, em que seus maravilhosos feitos, e sua rigorosa disciplina fossem contada aos que ainda nasceriam.
Ele passa esta responsabilidade aos pais, "...porquanto os vossos olhos são os que viram todas as grandes obras que o Senhor fez"(verso 7). Os pais haviam testemunhado os grandes feitos operados desde a saída do Egito, e precisavam ser os porta vozes de Deus. Esta é a maior missão de um pai. Esta missão não consiste em evangelizar o mundo todo, em ser pastor de uma grande igreja, em influenciar muitos jovens. Um pai precisa fazer com que Deus seja conhecido dentro de sua própria casa. Este é o campo missionário mais rico e profícuo(útil, vantajoso) que um homem pode almejar! Se tudo, absolutamente tudo que um homem fizer for bem sucedido, e ele perder a alma eterna de seus filhos, nada terá valido à pena.
Hoje vemos muitos casais que delegam à Igreja, à professora de Escola dominical ou ao pastor a responsabilidade de tornar Deus conhecido na vida de seus filhos. Não apenas neste texto, mas em tantos outros, como já estudamos em Deuteronômio 6, A Palavra de Deus deixa claro que esta responsabilidade e privilégio pertencem a família. E que privilégio! Poder contar as maravilhas de Deus a nossos filhos, exortá-los, admoestá-los, instar com eles para que amem e sigam ao Senhor é a maior, mais árdua e mais gratificante tarefa que Deus poderia dar aos pais.
Que cada um de nós não nos cansemos de anunciar as grandezas de Deus, mesmo àqueles filhos que já saíram de casa. E aos que ainda não são pais, que o Senhor os prepare para esta incrível e bela responsabilidade de conduzir um pecador aos pés de Cristo, desde a mais tnra idade!
Quando o texto fala dos "filhos que não conheceram, nem viram a disciplina do Senhor, vosso Deus", provavelmente está se referindo aos filhos que ainda haveriam de nascer. Deus estava preocupado, às portas de canaã, em que seus maravilhosos feitos, e sua rigorosa disciplina fossem contada aos que ainda nasceriam.
Ele passa esta responsabilidade aos pais, "...porquanto os vossos olhos são os que viram todas as grandes obras que o Senhor fez"(verso 7). Os pais haviam testemunhado os grandes feitos operados desde a saída do Egito, e precisavam ser os porta vozes de Deus. Esta é a maior missão de um pai. Esta missão não consiste em evangelizar o mundo todo, em ser pastor de uma grande igreja, em influenciar muitos jovens. Um pai precisa fazer com que Deus seja conhecido dentro de sua própria casa. Este é o campo missionário mais rico e profícuo(útil, vantajoso) que um homem pode almejar! Se tudo, absolutamente tudo que um homem fizer for bem sucedido, e ele perder a alma eterna de seus filhos, nada terá valido à pena.
Hoje vemos muitos casais que delegam à Igreja, à professora de Escola dominical ou ao pastor a responsabilidade de tornar Deus conhecido na vida de seus filhos. Não apenas neste texto, mas em tantos outros, como já estudamos em Deuteronômio 6, A Palavra de Deus deixa claro que esta responsabilidade e privilégio pertencem a família. E que privilégio! Poder contar as maravilhas de Deus a nossos filhos, exortá-los, admoestá-los, instar com eles para que amem e sigam ao Senhor é a maior, mais árdua e mais gratificante tarefa que Deus poderia dar aos pais.
Que cada um de nós não nos cansemos de anunciar as grandezas de Deus, mesmo àqueles filhos que já saíram de casa. E aos que ainda não são pais, que o Senhor os prepare para esta incrível e bela responsabilidade de conduzir um pecador aos pés de Cristo, desde a mais tnra idade!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Ainda sobre Deuteronômio 10- de novo!
Jesus fez um duríssimo discurso em mateus 23 contra os homens que se dizem religiosos, mas andam distantes dos preceitos mais importantes da Lei: " Ai de vós, escribas e fariseis, hipócritas, porque devorais as casas das viúvas e, para o justificar, fazeis longas orações; por isso, sofrereis juízo muito mais severo!...Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hotelã, do endro, e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importante da Lei: a jusiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas! Guias cegos, que coais os mosquito e engolis o camelo!...porque limpais o exterior do copo e do prato, mas estes, por dentro, estão cheios de rapina(Ato de roubar arrebatando, de tomar, de pegar com violência) e de intemperança(falta de moderação, não ter controle sobre seus atos e ações)! Fariseu cego, limpa primeiro o interor do copo, para que também o seu exterior fique limpo! Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados (sepulcros que eram caiados, pintados com cal por fora para que ficassem apresentáveis), que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia! Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas, por dentro, estais cheios de hipocrisia e de iniquidade." Que arrogância achar que o Deus que tudo vê se contenta com nossas 'justiças' externas, com a nossa aparência de piedade! Ele sonda o que
há de mais profundo em nosso coração, as nossas intenções mais escondidas...
A Bíblia nos desafia a vivermos o Evangelho de forma autêntica. E a Palavra de Deus está repleta destas chamadas a adequarmos a nossa vida exterior e interior ao escrutíneo (exame) da vontade de Deus! Jesus mesmo nos advetiu que o adultério era sim pecado, mas não apenas aquelas atitudes vergonhosas que poderiam ser testificadas por qualquer pessoa! O olhar uma mulher com intenção impura também se constitui adultério!
Cada um de nós deve olhar de forma crítica para dentro de si e perguntar se tem de fato amado a Deus de todo o coração e seguido seus mandamentos não só de forma visível aos homens, mas principalmente dentro de nós, em nossos sentimentos, pensamentos mais secretos, naquele momento em que sabemos que ninguém está nos vendo... Que nossos olhos sejam abertos para a grande verdade que o Salmo 139 nos ensina: "...de longe penetras os meus pensamentos ...Ainda a palavra não me chegou à língua, e tu, Senhor, já a conheces toda." (versos 2 e 4).
Precisamos nos lembrar sempre diante de QUEM estamos, e tentar moldar nossa vida à sua Palavra. Vida religiosa e vida cotidiana não se separam, andam juntas, são a mesma coisa! Será isso que Jesus dirá aos hipócritas no último dia: " Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade." Mateus 7:21 a 23. Fica claro que estes homens citados acima, dizem que faziam e aconteciam, mas sabe-se lá se faziam mesmo, ou se faziam, em nome de quem faziam tais atos religiosos. De uma coisa o texto nos dá certeza: não era em nome de Cristo, afinal o próprio Jesus declara não conhecê-los. Eles viviam na iniqüidade, embora tentassem demonstrar uma vida nos preceitos da religião. Não adianta o homem tentar enganar a Deus. Ele engana outro homem, que se impressiona com o exterior e com a aparência, mas Deus sonda o coração. Que esta pergunta esteja gritando em nossa mente em todo o tempo: "O que Deus pensa sobre o que eu tenho pensado, sentido e feito? O que ELE pensa a meu respeito?" Isto é a única coisa que importa. A opinião DELE a nosso respeito é a única que vale!
Precisamos nos lembrar sempre diante de QUEM estamos, e tentar moldar nossa vida à sua Palavra. Vida religiosa e vida cotidiana não se separam, andam juntas, são a mesma coisa! Será isso que Jesus dirá aos hipócritas no último dia: " Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade." Mateus 7:21 a 23. Fica claro que estes homens citados acima, dizem que faziam e aconteciam, mas sabe-se lá se faziam mesmo, ou se faziam, em nome de quem faziam tais atos religiosos. De uma coisa o texto nos dá certeza: não era em nome de Cristo, afinal o próprio Jesus declara não conhecê-los. Eles viviam na iniqüidade, embora tentassem demonstrar uma vida nos preceitos da religião. Não adianta o homem tentar enganar a Deus. Ele engana outro homem, que se impressiona com o exterior e com a aparência, mas Deus sonda o coração. Que esta pergunta esteja gritando em nossa mente em todo o tempo: "O que Deus pensa sobre o que eu tenho pensado, sentido e feito? O que ELE pensa a meu respeito?" Isto é a única coisa que importa. A opinião DELE a nosso respeito é a única que vale!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Ainda sobre Deuteronômio 10
No verso 16 nos é dado um precioso ensinamento: " circuncidai, pois, o vosso coração e não mais endureçais a vossa cerviz." Quer ver como é revelador o significado da palavra 'cerviz'? A nuca. Parte posterior do torax humano. - As costas - "Não dobrar a cerviz"= não se submeter, não se humilhar, não se curvar diante de alguém ou de alguma coisa. (Dicionário inFormal). Moisés mais uma vez adverte ao povo para que se dobrem, se curvem às Leis de Deus. Neste verso também é dada uma exortação a que o povo circuncide o coração. O que seria isso? Foi dada a ordem para que todo menino fosse circuncidado ao oitavo dia. Esta era uma demonstração externa do pacto que Deus havia feito com seu povo. Mas o Antigo Testamento, como alguns pensam, não ensina meramente uma religião de formalidades externas. A circuncisão era um símbolo, um sinal externo de uma graça interior. Mas a circuncisão poderia tranquilamente ser feita por pessoas que estivessem com seu coração distante de Deus. Elas mostrariam algo que na verdade não eram. E este é o ponto chave!
O ser hunamo é expert em fazer isto: manifestar rituais externos, mantendo seu coração e seus afetos bem distantes de Deus... em outros textos nos são feitas as mesmas advertências. Veja o conhecido texto de Isaías como é claro: "De que me serve a mim a multidão dos vossos sacrifícios? _ diz o Senhor. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante a mim, quem vos requereu o só pisardes nos meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis a mão, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue." (Isaías 1 :11 a 16). O próprio Deus havia instituído todas estas festas e cultos descritos aqui, assim como instituiu a circuncisão. O desagrado dele não está no cumprimento destas ordenanças, mas estes sacrifícios não tinham valor algum sem a obediência de todo o coração. Eles cumpriam toda a religião, observavam os sacrifícios e os dias santos à risca, mas davam largas aos pecados que inundavam seu interior. E o texto termina dizendo: " Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas." Esta é a forma de mostrarmos nosso amor por nosso Senhor! Tendo corações puros e atitudes que demonstrem nossa religião! Devemos sim, cumprir todas as ordenanças externas que ainda nos são requeridas, porque são sinais da graça interna, mas nosso coração deve estar cativo, achegado, amando ao nosso Deus!
No verso 16 nos é dado um precioso ensinamento: " circuncidai, pois, o vosso coração e não mais endureçais a vossa cerviz." Quer ver como é revelador o significado da palavra 'cerviz'? A nuca. Parte posterior do torax humano. - As costas - "Não dobrar a cerviz"= não se submeter, não se humilhar, não se curvar diante de alguém ou de alguma coisa. (Dicionário inFormal). Moisés mais uma vez adverte ao povo para que se dobrem, se curvem às Leis de Deus. Neste verso também é dada uma exortação a que o povo circuncide o coração. O que seria isso? Foi dada a ordem para que todo menino fosse circuncidado ao oitavo dia. Esta era uma demonstração externa do pacto que Deus havia feito com seu povo. Mas o Antigo Testamento, como alguns pensam, não ensina meramente uma religião de formalidades externas. A circuncisão era um símbolo, um sinal externo de uma graça interior. Mas a circuncisão poderia tranquilamente ser feita por pessoas que estivessem com seu coração distante de Deus. Elas mostrariam algo que na verdade não eram. E este é o ponto chave!
O ser hunamo é expert em fazer isto: manifestar rituais externos, mantendo seu coração e seus afetos bem distantes de Deus... em outros textos nos são feitas as mesmas advertências. Veja o conhecido texto de Isaías como é claro: "De que me serve a mim a multidão dos vossos sacrifícios? _ diz o Senhor. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante a mim, quem vos requereu o só pisardes nos meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis a mão, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue." (Isaías 1 :11 a 16). O próprio Deus havia instituído todas estas festas e cultos descritos aqui, assim como instituiu a circuncisão. O desagrado dele não está no cumprimento destas ordenanças, mas estes sacrifícios não tinham valor algum sem a obediência de todo o coração. Eles cumpriam toda a religião, observavam os sacrifícios e os dias santos à risca, mas davam largas aos pecados que inundavam seu interior. E o texto termina dizendo: " Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas." Esta é a forma de mostrarmos nosso amor por nosso Senhor! Tendo corações puros e atitudes que demonstrem nossa religião! Devemos sim, cumprir todas as ordenanças externas que ainda nos são requeridas, porque são sinais da graça interna, mas nosso coração deve estar cativo, achegado, amando ao nosso Deus!
terça-feira, 3 de maio de 2011
Deuteronômio 10
Ainda relembrando os feitos de Deus por seu povo, Moisés mais uma vez os convoca à obediência! Ele começa a exortação com a pergunta do verso 12 : "...que é que o Senhor requer de ti?" E a resposta é incrivelmente simples, e ao mesmo tempo abrangente: "que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma..."
Precisamos amá-lo de todo o nosso coração, e para isso precisamos nos lembrar que amor e obediência caminham juntos. O mundo nos diz outra coisa. O mundo prega que o amor é acompanhado de arroubos, êxtases, atitudes impensadas, loucuras. Em nome desse 'amor', as pessoas pisam em outras, abandonam suas famílias, seus filhos, os jovens fogem de casa, se colocam contra os pais. Em nome desse 'amor' que o mundo prega, se faz loucuras, até se mata! Mas não é deste sentimento destrutivo e corrosivo que a Bíblia fala. Quando a Palavra de Deus fala em amor, ela está falando em fazer o melhor para o outro, não para mim mesmo. Ela está falando em renúncia ao meu bem estar, pensando no bem estar do outro. Ela está falando em dar, não em receber; em agradar, não em ser agradado; em sofrer, não em provocar dor no outro. Vocês se lembram do Paulo diz sobre o amor em I Coríntios 13? " O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana (não se gaba, se gloria), não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera (não se irrita, não se enfurece), não se ressente do mal (não concentram sua atenção sobre os erros que as pessoas cometem contra si, mas no amor que sentem por estas!);...tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta." (versos 4 a 8). Esta descrição se parece de alguma forma com aquilo que o mundo diz ser amor?? Absolutamente não!
E quando falamos em amor a Deus, a coisa é ainda mais séria. O amor a Deus exige de nós atitudes ainda mais práticas do que estas descritas por Paulo. O amor a Deus se resume à obediência total e irrestrita às Sagradas Escrituras, que expressam Sua vontade para seus filhos. Não é exatamente isto que aprendemos quando estudamos aquele versículo de João 14: 21? "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama...". Esta é a única forma de mostrarmos ao mundo que amamos nosso Senhor: obedecendo! E este foi o grande apelo que Moisés fez ao povo neste capítulo. Amanhã veremos outras exortações no mesmo texto, mas todas elas procedem desta primeira: Amar ao Senhor de todo coração, de toda alma, com todas as nossas forças!
Ainda relembrando os feitos de Deus por seu povo, Moisés mais uma vez os convoca à obediência! Ele começa a exortação com a pergunta do verso 12 : "...que é que o Senhor requer de ti?" E a resposta é incrivelmente simples, e ao mesmo tempo abrangente: "que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma..."
Precisamos amá-lo de todo o nosso coração, e para isso precisamos nos lembrar que amor e obediência caminham juntos. O mundo nos diz outra coisa. O mundo prega que o amor é acompanhado de arroubos, êxtases, atitudes impensadas, loucuras. Em nome desse 'amor', as pessoas pisam em outras, abandonam suas famílias, seus filhos, os jovens fogem de casa, se colocam contra os pais. Em nome desse 'amor' que o mundo prega, se faz loucuras, até se mata! Mas não é deste sentimento destrutivo e corrosivo que a Bíblia fala. Quando a Palavra de Deus fala em amor, ela está falando em fazer o melhor para o outro, não para mim mesmo. Ela está falando em renúncia ao meu bem estar, pensando no bem estar do outro. Ela está falando em dar, não em receber; em agradar, não em ser agradado; em sofrer, não em provocar dor no outro. Vocês se lembram do Paulo diz sobre o amor em I Coríntios 13? " O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana (não se gaba, se gloria), não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera (não se irrita, não se enfurece), não se ressente do mal (não concentram sua atenção sobre os erros que as pessoas cometem contra si, mas no amor que sentem por estas!);...tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta." (versos 4 a 8). Esta descrição se parece de alguma forma com aquilo que o mundo diz ser amor?? Absolutamente não!
E quando falamos em amor a Deus, a coisa é ainda mais séria. O amor a Deus exige de nós atitudes ainda mais práticas do que estas descritas por Paulo. O amor a Deus se resume à obediência total e irrestrita às Sagradas Escrituras, que expressam Sua vontade para seus filhos. Não é exatamente isto que aprendemos quando estudamos aquele versículo de João 14: 21? "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama...". Esta é a única forma de mostrarmos ao mundo que amamos nosso Senhor: obedecendo! E este foi o grande apelo que Moisés fez ao povo neste capítulo. Amanhã veremos outras exortações no mesmo texto, mas todas elas procedem desta primeira: Amar ao Senhor de todo coração, de toda alma, com todas as nossas forças!
Assinar:
Postagens (Atom)