sábado, 17 de setembro de 2011

                 Josué 21   



     As cidades destinadas aos levitas continuavam sendo possessão das tribos, mas foram separadas para servir de morada para os levitas, que não tinham parte na divisão da terra. Sua herança era o Senhor! Vemos aqui, como nos capítulos anteriores, a fidelidade de Deus demonstrada em detalhes, dando o nome das cidades, suas localizações, para que não restasse dúvidas para as gerações vindouras, que Deus cumpriu tudo aquilo que havia prometido a seu povo.
     No final do capítulo, lemos que a realização das promessas de Deus foi algo cabal, total:
 "O SENHOR lhes deu repouso em redor, segundo tudo quanto jurara a seus pais; nenhum de todos os seus inimigos resistiu diante deles; a todos eles o SENHOR lhes entregou nas mãos. Nenhuma promessa falhou de todas as boas palavras que o SENHOR falara à casa de Israel; tudo se cumpriu." (versos 44 e 45). Nenhuma promessa falhou, o Senhor fez absolutamente tudo como havia dito. A fidelidade de Deus manifesta neste livro, confirma as promessas feitas aos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó.
      No Novo Testamento também encontramos muitas promessas feitas por Deus a seu povo. O próprio nome Evangelho, que significa 'boas novas', é o cumprimento da promessa de Deus, que enviaria o Messias para resgatar seu povo da maldição do pecado. O Novo Testamento é repleto de promessas que Deus graciosamente faz ao seu povo. Vejamos algumas:
    _ "E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades." (Filipenses 4:19).
     _ "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." (I João 1:9).
     _ "Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar." (I Coríntios 10:13)
     _ " E esta é a promessa que ele mesmo nos fez, a vida eterna." (I João 2:25)    
     _ " Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei." (Mateus 11:28)
     _ "Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal." (Mateus 6:34)
     _ "Por isso, vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe-á. Qual dentre vós é o pai que, se o filho lhe pedir [pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir] um peixe, lhe dará em lugar de peixe uma cobra? Ou, se lhe pedir um ovo lhe dará um escorpião? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?" (Lucas 11:9 a 13)
     Estas e outras tantas promessas feitas por nosso Senhor, serão cumpridas, da mesma forma que cada pedaço de Terra prometida foi entregue às doze tribos. Deus é fiel, e como diz o texto de Lucas 11, não há nada que peçamos a Ele, visando o nosso crescimento espiritual, que não nos seja graciosamente concedido pelo Espírito Santo. Ele nos prometeu perdão de pecados, vida eterna, suprimento para nossas necessidade físicas e espirituais, nos prometeu que as tentações não seriam maiores que nossas forças, nos prometeu redenção, salvação, vida eterna! Aleluia, pois servimos Àquele que é fiel à todas as suas promessas, e nunca, jamais alguma delas falhou. Esta é a nossa esperança para este mundo e para o porvir!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

                       Ainda sobre as cidades de refúgio II


     Nesta segunda parte, apenas transcreverei o que diz o Catecismo Maior sobre o que torna os pecados ainda mais graves diante de Deus. Se eu tivesse que comentar e mostrar os versículos, levaríamos mais algumas semanas falando sobre isso, tamanha a profundidade com que este tema é tratado no Catecismo e na Escritura. Portanto, peço que leiam pausadamente e reflitam sobre todas as circunstâncias aqui descritas que são capazes de tornar nossos pecados ainda mais odiosos aos olhos do nosso Deus. No primeiro ponto vimos que as ofensas são ainda maiores em razão (dependendo) dos ofensores. Agora veremos que o pecado se torna ainda mais sério em razão das pessoas ofendidas e em terceiro lugar pela natureza e qualidade da ofensa e por último, pelas circunstâncias de tempo e lugar. Então vejamos:


     Em razão das pessoas ofendidas:
        _ Se as ofensas foram diretamente contra Deus, seus atributos e culto;
          _ Contra Cristo e sua graça;
        _ Contra o Espírito Santo, seu testemunho e operações;
        _ Se a ofensa for contra superiores, pessoas eminentes;
        _ Se a ofensa for contra aqueles com quem estamos especialmente relacionados e a quem devemos favores; 
        _ Se a ofensa for contra os crentes, especialmente contra os irmãos fracos; contra as suas almas ou as de quaisquer outros;
        _ Se a ofensa for contra o bem geral de todos ou de muitos.


     Pela natureza e qualidade da ofensa:
        _ Se a ofensa for contra a palavra expressa da lei; 
        _ Se a ofensa violar muitos mandamentos;
        _ Se a ofensa contiver em si  muitos pecados; 
        _ Se a ofensa for concebida, não só no coração, mas manifestar-se em 
palavras e ações;
        _ Se a ofensa escandalizar a outros e não admitir reparo algum;
        _ Se a ofensa for contra os meios da graça, misericórdia e castigos de Deus;
        _ Se a ofensa for contra a luz da natureza, a convicção da consciência, a admoestação pública ou particular, as censuras da Igreja, as punições civis; 
        _ Se a ofensa for contra as nossas orações, propósitos, promessas, votos, pactos, obrigações a Deus ou aos homens;
        _ Se a ofensa for deliberada, voluntária, presunçosa, impudente, jactanciosa, maliciosa, frequente e obstinadamente;
        _ Se a ofensa for com displicência, persistência, reincidência, depois do arrependimento.


     Pelas circunstâncias de tempo e de lugar:
        _ Se a ofensa for no dia do Senhor ou em outros tempos de culto divino,
        _ Se a ofensa for imediatamente antes, depois destes ou de outros auxílios para prevenção ou remédio contra tais quedas; 
        _ Se a ofensa for em público ou em presença de outros que são capazes de ser provocados ou contaminados por essas transgressões.


     Por tantas detalhadas descrições, podemos perceber que a concepção errada de que o pecado é algo simples é a mais terrível verdade contra o Evangelho! Só pode se dizer realmente um crente lavado e redimido por Cristo, aquele que leva tudo isso em consideração, se vê desesperado por sua situação, corre para a cruz e passa a odiar e a evitar de toda forma o pecado. Todo aquele que vive displicentemente, achando na prática, que o pecado não tem importância, na verdade já está condenado! Deus nos dê olhos para ver e ouvidos para entender e acima de tudo ódio pelo pecado, não só por suas consequências desastrosas, mas por ofender a santidade de Deus!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

                          Ainda sobre as cidades de refúgio


     Conforme lemos ontem, existem agravantes (aquilo que torna mais grave) ou atenuantes (que diminui a gravidade de uma falta) que tornam os pecados mais ou menos graves diante de Deus. Por esta causa foram instituídas as cidades de refúgio. Quando cometemos um pecado, todas as circunstâncias que o envolvem são levadas em consideração por Aquele que julga retamente. É isso que o Catecismo Maior nos ensina.
     "Pergunta 151:  “Quais são as circunstâncias agravantes que tornam alguns pecados mais odiosos do que outros?" 
      Resposta: Alguns pecados tornam-se mais agravantes: 
 1º._ Em razão dos ofensores, se forem pessoas de idade mais madura, 
de maior experiência ou graça: "Pelo que o SENHOR se indignou contra Salomão, pois desviara o seu coração do SENHOR, Deus de Israel, que duas vezes lhe aparecera.( I Reis 11: 9). Salomão conhecia a Deus, e pelo fato de ter Deus se revelado a ele duas vezes, ele não poderia ter desviado seu coração do Senhor!
     _ Se forem eminentes (eminente: notável, ilustre, alto, elevado.) na vida cristã: "Porque tu o fizeste em oculto, mas eu farei isto perante todo o Israel e perante o sol. Então, disse Davi a Natã: Pequei contra o SENHOR. Disse Natã a Davi: Também o SENHOR te perdoou o teu pecado; não morrerás. Mas, posto que com isto deste motivo a que blasfemassem os inimigos do SENHOR, também o filho que te nasceu morrerá." (II Samuel 12: 12 a 14). Davi era o Rei de Israel, sua posição elevada o tornava exemplo e alvo dos olhares.
      _Se forem eminentes nos dons, posições e ofícios: "Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando." (Tiago 4:17); " Aquele servo, porém, que conheceu a vontade de seu senhor e não se aprontou, nem fez segundo a sua vontade será punido com muitos açoites." (Lucas 12:47); "Mas eu pensei: são apenas os pobres que são insensatos, pois não sabem o caminho do SENHOR, o direito do seu Deus. Irei aos grandes e falarei com eles; porque eles sabem o caminho do SENHOR, o direito do seu Deus; mas estes, de comum acordo, quebraram o jugo e romperam as algemas." (Jeremias 5:4 e 5). Portanto aqueles que conhecem a lei de Deus, têm conhecimento do que é correto, e ocupam posições de liderança, têm seus 'açoites' aumentados, serão julgados com muito mais rigor.
     _Se forem guias para outros e cujo exemplo será, provavelmente, seguido por outros: "... tu, pois, que ensinas a outrem, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? Dizes que não se deve cometer adultério e o cometes? Abominas os ídolos e lhes roubas os templos? Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? Pois, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por vossa causa." (Romanos 2:21 a 24); "E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade..." (II Pedro 2:2). A questão de ser exemplo para os outros é muito séria. Tanto podemos ser bênção quanto maldição, dependendo do exemplo que dermos. Lembremo-nos portanto, que ser exemplo e guia é um conceito muito amplo. Nos textos que lemos, a Escritura se refere aos líderes espirituais, pastores, mestres e profetas. Mas podemos seguramente estender este contexto, sem medo de errar. Guias cujo exemplo será, provavelmente seguido, se refere a toda posição superior. Quando somos pais, irmãos mais velhos, esposas com mais tempo de casadas...tudo isso nos constitui guias de outras pessoas, que nos olham buscando uma direção a ser seguida. Propagar o pecado através do exemplo e estímulo aos outros mais novos na fé ou na vida, se constitui agravante seríssimo diante de Deus!
     No próximo post trataremos de outros aspectos que também tornam os pecados mais odiosos aos olhos de Deus.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

                         Ainda sobre Josué 20


     Outro aspecto que devemos levar em consideração quando falamos sobre as cidades de refúgio, é que Deus sonda os nossos corações e mentes e conhece profundamente as nossas intenções. A Bíblia de Genebra explica que: "Um pecado não intencional recebe um tratamento específico por parte da lei." O mesmo ensino baseado nas Escrituras, nos dá o Catecismo Maior de Westminster. Leia pausadamente, com bastante atenção o que é ensinado sobre isso:
    "Pergunta 150: São todas as transgressões da lei de Deus igualmente odiosas 
em si mesmas e à vista de Deus? 
     Resposta: Todas as transgressões da lei de Deus não são igualmente odiosas; 
mas alguns pecados em si mesmos, e em razão de diversas circunstâncias agravantes, 
são mais odiosos à vista de Deus do que outros."
    Isto significa dizer que nós não seremos julgados por Deus apenas por nossos atos externos. Lá no Antigo Testamento, o crime cometido era o mesmo: homicídio. Mas a intenção daquele que  praticou o homicídio era o que diferenciaria o grau de severidade da pena aplicada. A preocupação de Deus não era apenas com o pecado cometido, mas com o coração daquele que o cometeu. O castigo deveria ser aplicado de acordo com a intenção. Esta verdade torna a nossa situação muito mais séria diante de Deus. Aos homens nós podemos até tentar enganar, dissimular, dizer que foi sem querer, ou que não sabíamos... mas diante de Deus não temos desculpas. Ele sonda e perscruta nosso coração. Nossas intenções estão sempre claras aos olhos do Grande e Reto Juiz de toda a terra!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

                          Josué 20


     Já estudamos anteriormente sobre as cidades de refúgio que foram designadas no meio do povo de Israel. Ali, o homicida que não teve a intenção de matar a vítima, mas o fez sem querer, poderia se refugiar da fúria vingadora de algum parente da vítima. A estipulação dessas cidades, demonstram de forma clara a preocupação de Deus com a justiça. Ele não permitiria que alguém fosse morto, sofresse uma retribuição desigual, discrepante do ato cometido. Se não houvesse a intenção de matar, o infrator seria julgado, seu caso analisado pelos anciãos e aí sim, uma decisão pensada e justa seria tomada. A vingança injusta deveria ser evitada a todo custo.
     Um atributo de Deus que é sempre exaltado na Escritura é  sua justiça: "Porque o SENHOR é justo, ele ama a justiça; os retos lhe contemplarão a face." Salmos 11:7; Ele  é o Justo Juiz: "Ele mesmo julga o mundo com justiça; administra os povos com retidão." Salmos 9:8. O povo deve se parecer com seu Deus, por isso vemos tantas passagens exigindo que Israel exerça justiça e juízo entre seus irmãos. Muitas vezes quando falamos em exercer justiça, olhamos para nós mesmos, clamando e desejando que façam justiça à nós. Não devemos desejar apenas  ser beneficiados pela justiça, mas beneficiar o outro, ao exercê-la.
   

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

                          Josué 18 e 19


     No começo do capítulo 18, vemos que a congregação se reuniu em Siló e ali armaram a tenda da congregação. "Esse nome é usado para indicar o tabernáculo...A 'congregação', neste caso, é o encontro de Deus com o seu povo. O tabernáculo continha a arca da Aliança, a caixa de madeira e ouro que continha os Dez Mandamentos. Era aquele o lugar onde o sistema de sacrifícios do Antigo Testamento, que visava a purificação espiritual e comunicação com Deus era realizado, e que continuou, em princípio, até aos tempos do Novo Testamento." (Bíblia de Genebra).
     Ali, diante do Senhor, Josué os repreende por ainda não haverem ocupado a terra completamente. Ele os exorta a obedecer pela fé às promessas feitas por Deus (verso 3). Daí por diante, a cada tribo que faltava receber sua parte, é feito o lançar de sortes perante o Senhor, como é ressaltado várias vezes no próprio texto.
     Como vemos no decorrer da narrativa, é feita toda a divisão das tribos que faltavam, e até Josué teve sua parte, por mandado do Senhor, num claro reconhecimento por sua fiel liderança no meio do povo! Todos os detalhes narrados, nos lembra o que ouvimos na pregação deste domingo: a Bíblia não é um livro fictício, que revela a mitologia e as crenças de um povo. A Bíblia é a revelação do único Deus, que deixa marcas significativas na história, como estas que vemos aqui: descrições de cidades, rios, mares. 'Nome e endereço' comprovando a veracidade dos fatos!


      

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

                           Josué 16 e 17


    Manassés e Efraim, os dois filhos de José que receberam a herança do pai no meio dos filhos de Israel estavam insatisfeitos: "Então, o povo dos filhos de José disse a Josué: Por que me deste por herança uma sorte apenas e um quinhão, sendo eu tão grande povo, visto que o SENHOR até aqui me tem abençoado?" (17:14). O povo dos filhos de José tinham uma queixa. Achavam que a terra que fora destinada a eles por Josué não era suficiente e correram a reivindicar seus direitos. Eles não estavam satisfeitos.
     A resposta de Josué foi direta: "Se és grande povo, sobe ao bosque e abre ali clareira na terra dos ferezeus e dos refains, visto que a região montanhosa de Efraim te é estreita demais." (verso 15). Daí eles retrucaram que os povos que ainda estavam naquela área eram povos possuiam carros de ferro, e eram portanto, difíceis de ser combatidos. A argumentação de Josué, no entanto, era para que eles combatessem mesmo assim. Os cananeus eram sim, mais fortes, mas os filhos de José prevaleceriam. E coloca a culpa de o território ser pequeno neles mesmos, que ainda não haviam se mobilizado para expulsar completamente os cananeus das terras que a eles foram dadas. 

          Primeiramente vemos no verso 14 a insatisfação deles com a terra que Josué lhes deu por herança. Mas calma aí! Não foi Josué quem fez a partida da terra! Eles lançaram sortes perante o Senhor. Em última análise, Josué e o sorteio foram os instrumentos de Deus para mostrar ao povo a SUA vontade quanto à divisão das terras. Então, na verdade, a insatisfação deles era com Deus! Será que muitas vezes não nos encontramos também numa situação parecida? Lutando e reclamando com a 'pessoa' errada? Insatisfeitos com algo ou alguém, sem porém reconhecer que esta situação foi posta pelo próprio Deus, que em sua soberania tem algo a me ensinar? Será que muitas vezes não temos nos exasperado com nossos líderes, sem levar em conta que são representantes diretos de Deus para gerir nossas vidas? Se não cremos assim, não sabemos nada sobre governo e soberania de Deus!
        E diante da resposta de Josué, eles temeram. Josué disse a eles para irem à luta, mas eles temeram, em um contraste claro com a coragem e a fé de Calebe, que lemos anteriormente. Josué manda, em outras palavras, que eles parem de reclamar e se mexam, deixando de lado o temor e a indisposição para obedecer, que expressavam sua incredulidade. Eles deveriam crer nas promessas de Deus e batalhar por elas.
      Será que não temos agido como os filhos de José? Será que não temos reclamado da vida, sentados, esperando que as coisas mudem sozinhas? Será que na nossa luta contra aquele pecado que insiste em nos assaltar, não temos ficado esperando que Deus afaste de nós a tentação, confortavelmente sentados em frente à televisão? A resposta para nós é mesma dada ao povo: Quer 'alargar o seu território', precisa de vitória em alguma área ou precisa vencer aquele pecado insistente? Levanta, toma as armas que estão à sua disposição e toma aquilo que o Senhor já deu em tuas mãos! Todas as promessas que estão na Bíblia nos pertencem. O Senhor nos garante vitória contra o pecado, garante fortalecer a nossa fé, nos fazer mais tolerantes, perdoadores, menos tendentes ao mal. Promete também guardar nossos olhos e mentes. Nos ordena guardar suas leis e seus decretos, ser obedientes aos nossos pais, submissas a nossos maridos, nos manda amar nossas esposas como a nós mesmos, criar nossos filhos com todo o respeito e na disciplina e admoestação do Senhor. Nos manda ter domínio próprio, conter a nossa língua, cuidar dos necessitados. E para cumprirmos Sua vontade, o Senhor nos capacita e nos dá o seu Espírito Santo. Nos manda orar sem cessar, meditarmos em Sua Palavra, não deixarmos de congregar. Ele nos dá a vitória através dos meios providos por ele mesmo para alcançarmos este fim. Ele sabe que o pecado é maior que nós, que sozinhos não temos forças contra ele, mas se coloca ao nosso lado nesta batalha. Portanto, levantemo-nos, e expulsemos os 'cananeus' do meio de nós. Não podemos esperar sentados, reclamando!