Josué 5:1 a 9
Começando pela narrativa do terror infundido no coração dos reis vizinhos, o texto segue narrando a ordem que Josué recebeu do Senhor, às portas de começar as conquistas da Terra Prometida. Ele deveria circuncidar o povo. A circuncisão havia sido instituída por Deus lá em Gênesis 17: 9 a 14. Era o sinal da aliança de Deus com o povo que ele haveria de formar a partir de Abraão. Desde estes tempos até à saída do Egito, esta prática era rigorosamente observada entre os hebreus. Mas os homens que morreram no deserto, foram os últimos a serem circuncidados, ainda no Egito. Aquela nova geração que nascera no deserto não havia sido circuncidada.
Este era um momento muito especial e significativo para o povo de Deus. Atrás de si estava o grande deserto e à frente a Terra Prometida. Começava um novo momento. A circuncisão era o sinal da aliança de Deus com Abraão e era necessária para a participação na Páscoa. "A circuncisão marcava o povo da promessa; a Páscoa celebrava sua redenção(compensação, resgate) do Egito...essa circuncisão era necessária porque a geração que que saíra do Egito tinha caído sob o julgamento de Deus. Em sua graça, Deus estava levantando uma nova geração para si mesmo. A circuncisão física tinha seu significado espiritual, a circuncisão do coração...a redenção da escravidão no Egito só se completou com a entrada na Terra Prometida." (Bíblia de Genebra)
Durante este processo de circuncidar todo o povo, a narrativa mostra novamente o motivo pelo qual aquela geração morreu no deserto! Certamente tudo isso deveria estar sendo novamente exposto ao povo, para que eles aprendessem com o pecado de seus pais e não viessem a cair no mesmo erro! Eles haviam desobedecido à voz de Deus, não creram que poderiam tomar a Terra. Neste texto é lembrado mais uma vez que o Senhor não lhes permitiu entrar na Terra: "Porque quarenta anos andaram os filhos de Israel pelo deserto, até se acabar toda a gente dos homens de guerra que saíram do Egito, que não obedeceram à voz do SENHOR, aos quais o SENHOR tinha jurado que lhes não havia de deixar ver a terra que o SENHOR, sob juramento, prometeu dar a seus pais, terra que mana leite e mel." (verso 6). O interessante e assustador neste texto, é que Deus deixa claro que cumpre suas promessas. Tanto a de dar a Terra Prometida ao seu povo, quanto a de não permitir que nenhum homem sequer daquela geração visse a Terra Prometida! Isto nos ensina que Deus cumpre TODAS as suas promessas, inclusive as de maldição. Quando Ele diz que vai fazer algo, Ele realmente faz! Isto deveria nos fazer tremer. Deveríamos sempre prestar muita atenção quando somos advertidos que tal ou tal pecado nos levam à tal e tal consequências. Deus não é homem para se arrepender ou para esquecer..."Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará." (Gálatas 6:7). Esta promessa se refere às nossas atitudes de obediência e às de desobediências também. Se referem às coisas boas que plantamos através de nossas atitudes, e às coisas ruins que plantamos e teremos que colher. De Deus não se zomba! A obediência em tudo deve ser nosso alvo. As promessas, tanto de vida quanto de morte, serão CERTAMENTE cumpridas. Lembram-se de Eva, que não acreditou que fosse 'bem assim'? "mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás." (Gênesis 2:17). Eva não deu muita atenção à promessa de maldição contida nestas palavras, por causa disso, toda a humanidade foi afetada, e colhemos todos estes frutos até hoje. De Deus não se zomba!
Uma tentativa desesperada de fazer meus adolescentes e jovens amarem a leitura!!
quinta-feira, 21 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Josué 4
Sendo concluída a passagem pelo rio Jordão, o Senhor ordenou que doze pedras fossem retiradas e guardadas como memorial. Veremos outros acontecimentos como este no decorrer do livro de Josué. O objetivo era simples e claro: que fosse um sinal entre o povo e que quando os filhos perguntassem a origem daquelas pedras, os grande feitos de Deus pudesse ser novamente relatados e relembrados. Facilmente nos esquecemos das grandes coisas que o Senhor faz por nós. Este tipo de atitude procede de corações ingratos! Mas Deus, conhecendo nosso pecado, nos ordena que algumas coisas sejam lembradas.
A Ceia é um desses memoriais! Neste momento instituído por Deus, comemos o pão e bebemos o vinho em memória dele, até que ele venha. É uma forma de nos lembrarmos sempre do sacrifício vicário (Que substitui, que faz as vezes de) de Cristo por nós. Cabe a nós a responsabilidade de contar à nossa descendência as maravilhas de Deus: " O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do SENHOR, e o seu poder, e as maravilhas que fez." (Salmo 78:3 e 4).
Outro motivo descrito no texto, para que aquelas pedras fossem instituídas como lembranças, era para que os povos da terra vissem que o povo passou de pés secos pelo Jordão, e como diz o texto, conhecessem que a mão do Senhor é forte, e assim viessem a temê-lo! Todos os feitos do Senhor serviam para ratificar sua fidelidade para com seu povo e para mostrar de forma inequívoca que só Ele é Senhor! Os povos da terra são por isso indesculpáveis, como diz Paulo em Romanos!
Sendo concluída a passagem pelo rio Jordão, o Senhor ordenou que doze pedras fossem retiradas e guardadas como memorial. Veremos outros acontecimentos como este no decorrer do livro de Josué. O objetivo era simples e claro: que fosse um sinal entre o povo e que quando os filhos perguntassem a origem daquelas pedras, os grande feitos de Deus pudesse ser novamente relatados e relembrados. Facilmente nos esquecemos das grandes coisas que o Senhor faz por nós. Este tipo de atitude procede de corações ingratos! Mas Deus, conhecendo nosso pecado, nos ordena que algumas coisas sejam lembradas.
A Ceia é um desses memoriais! Neste momento instituído por Deus, comemos o pão e bebemos o vinho em memória dele, até que ele venha. É uma forma de nos lembrarmos sempre do sacrifício vicário (Que substitui, que faz as vezes de) de Cristo por nós. Cabe a nós a responsabilidade de contar à nossa descendência as maravilhas de Deus: " O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do SENHOR, e o seu poder, e as maravilhas que fez." (Salmo 78:3 e 4).
Outro motivo descrito no texto, para que aquelas pedras fossem instituídas como lembranças, era para que os povos da terra vissem que o povo passou de pés secos pelo Jordão, e como diz o texto, conhecessem que a mão do Senhor é forte, e assim viessem a temê-lo! Todos os feitos do Senhor serviam para ratificar sua fidelidade para com seu povo e para mostrar de forma inequívoca que só Ele é Senhor! Os povos da terra são por isso indesculpáveis, como diz Paulo em Romanos!
terça-feira, 19 de julho de 2011
Uma breve aula de Geografia sobre o Rio Jordão
Seu nome significa “declive” ou “o que desce”. O Jordão origina-se de quatro pequenos rios, a 11 km ao norte de Meron, cujas cabeceiras estão no Monte Hermom, menos a do primeiro. São eles:
· Barreighit, o único cujas fontes não estão no Hermom;· Hasbani, o mais longo (40 km de extensão);
· Ledam, o mais volumoso;
· Banias, o mais oriental e mais curto (8 km).
Costuma-se dividir o Jordão em três trechos:
O primeiro trecho, ou seja, a região das nascentes, é o anteriormente descrito e que vai até o lago de Merom. Depois da junção das quatro nascentes, o Jordão atravessa uma planície pantanosa numa extensão de 11 km; e entra em Merom, sua profundidade ai varia de 3 a 4 m.
Segundo trecho, também chamado de Jordão superior, compreendendo desde Merom até o Mar da Galiléia, extensão de 20 km. É um trecho com um declive de 225 m, tornando suas águas caudalosas e um enorme trabalho de erosão. A correnteza é tanta que 20 km dentro do Mar da Galiléia, ainda se percebe sua força. Neste trecho a vegetação é media e o terreno rochoso, sua largura varia entre 8 e 15 m.
Terceiro trecho, ou Jordão inferior, estende-se do Mar da Galiléia até ao Mar Morto, numa distância de 117 km em linha reta e 340 km pelo leito sinuoso do rio, largura variando entre 25 e 35 m e profundidade de 1 a 4 m. Este trecho sofre um declive de 200 m, pelo qual o rio desce precipitadamente, formando muitas cascatas.(informações retiradas do blog: geografia-biblica.blogspot.com)Josué 3
Vemos neste capítulo a preparação do povo para a travessia do rio Jordão. Em primeiro lugar, Josué manda que o povo se prepare, se santifique para as grandes maravilhas que se sucederiam a partir dali. Eles precisavam se santificar, e isto, provavelmente se referia a atos físicos, como por exemplo, lavar-se. Estes rituais já haviam sido prescritos anteriormente, como aconteceu no monte Sinai: "Disse também o SENHOR a Moisés: Vai ao povo e purifica-o hoje e amanhã. Lavem eles as suas veste... Moisés, tendo descido do monte ao povo, consagrou o povo; e lavaram as suas vestes. E disse ao povo: Estai prontos ao terceiro dia; e não vos chegueis a mulher." (Êxodo 19:10, 14 e 15).
Algo grandioso aguardava pelo povo. Deus pretendia fazê-los passar pelo Jordão da mesma forma que os fizera atravessar o Mar Vermelho há tantos anos atrás. O Jordão assinalava a fronteira da Terra Prometida. Como através de atos portentosos já passados, Deus infundiu o pavor entre os Cananeus com mais esta demonstração de sua força e poder. Também pretendia engrandecer Josué perante o povo, para que soubessem que assim como Ele havia sido com Moisés, também era com Josué. O povo deveria temê-lo e obedecê-lo como fez a Moisés. O Deus de Josué era o Deus de Moisés, não deveriam restar dúvidas!
Outro objetivo de Deus operando esta maravilha incrível, de se passar a pés secos por um rio que estava transbordando sobre todas as suas ribanceiras(verso 15), era que o povo reconhecesse que o Deus vivo(em comparação aos ídolos mortos), estava no meio deles. Também que este Deus vivo é quem lançaria os cananeus para fora! "Disse mais Josué: Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós e que de todo lançará de diante de vó os cananeus, os heteus, os heveus, os ferezeus, os girgaseus, os amorreus e os jebuseus." (verso 10). A palavra 'conhecer' neste versículo tem o sentido de 'conhecer por experiência própria". Eles veriam com seus próprios olhos, provariam das grandezas de Deus. Raabe não precisou ver para crer! Só de ouvir as maravilhas que o Deus de Israel operara, ela já creu!
A arca da Aliança do Senhor deveria ir à frente, não só porque era o símbolo da aliança de Deus com o seu povo, mas também demonstrando que o próprio Senhor iria à frente de seu povo! A arca deixava explícito para o povo a mensagem da fidelidade de Deus para com eles. E assim, purificando-se e preparando-se para a milagrosa travessia do rio Jordão, tendo a arca da Aliança do Senhor à frente, o povo começa sua caminhada rumo à conquista da Terra Prometida, que apresentaria desafios sim, mas que requereria não a força, mas a fé daquele povo no Deus que fizera todas aquelas promessas!
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Josué 2
Nos deparamos aqui com um maravilhoso aprendizado sobre a graça de Deus, oferecida a todo tipo de gente! Quando os dois espias mandados a Jericó para observar a terra e ver como os hebreus a invadiriam, a primeira casa em que 'aleatoriamente' entraram foi a casa de uma prostituta chamada Raabe, que morava nos muros da cidade. Isso já nos choca de cara! Ela era uma mulher imoral, que vivia às custas de seus pecados e devassidões. Mas a conversa dos espias com aquela pecadora, revela que o Espírito Santo de Deus já estava infundindo em seu coração algo sobrenatural:
_ Raabe creu na soberania e no senhorio de Deus: "Bem sei que o SENHOR vos deu esta terra" (verso 9)
_ Ela creu que Deus operara maravilhas no meio dos hebreus: "Porque temos ouvido que o SENHOR secou as águas do mar Vermelho diante de vós, quando saíeis do Egito; e também o que fizestes aos dois reis dos amorreus, Seom e Ogue, que estavam além do Jordão, os quais destruístes." (verso10)
_ Creu na misericórdia divina, e pediu misericórdia para si e para toda a sua família! "Agora pois, peço-vos, jurai-me pelo Senhor que, como usei de bondade para convosco, vós também usareis de bondade para com a casa e meu pai; e dai-me um sinal seguro, de que conservareis em vida meu pai e minha mãe, como também meus irmãos e minhas irmãs, com todos os que lhes pertencem, e de que livrareis da morte as nossas vidas." (versos 12 e 13)
_ Creu que o Deus de Israel é o Deus Todo Poderoso: "porque o Senhor vosso Deus é Deus em cima no céu e embaixo na terra" (verso11)
_ Permaneceu na fé, confiando na promessa de livramento, aguardando o livramento: "e ela atou o cordão de escarlata à janela" (verso 21)
Apesar de não ser judia e de viver uma vida depravada, quando soube notícias de quem eram os hebreus, como o seu Deus todo poderoso agia, Raabe demonstrou sua fé. Ela creu em Deus. Mais do que isso, ela é citada por Tiago como alguém que demonstrou em atitudes a fé que fora plantada por Deus em seu coração! Leia com calma o texto:
"Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta. Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé. Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem e tremem. Queres, pois, ficar certo, ó homem insensato, de que a fé sem as obras é inoperante? Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque? Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou, e se cumpriu a Escritura, a qual diz: Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça; e: Foi chamado amigo de Deus. Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente. De igual modo, não foi também justificada por obras a meretriz Raabe, quando acolheu os emissários e os fez partir por outro caminho? Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta." (Tiago 2:17 a 26)
Que ensino tremendo! Tiago não está defendendo aqui a salvação pelas obras. Não! Ele está explicando que a fé realmente produzida pelo Espírito Santo de Deus gera atitudes santas, como gerou na vida de Raabe!
Que história maravilhosa, que revela a graça de Deus sobre pecadores miseráveis, como Raabe, eu e você! O exemplo de Raabe é um exemplo emblemático na Bíblia para narrar, não apenas o poder transformador da graça de Deus, mas também a abrangência desta graça. A graça que atinge toda a terra! Deus mostra neste episódio que não é Deus apenas dos hebreus, mas o grande Deus de toda a Terra e de todos os povos. Raabe se casou com Salmom. E quer saber o restante da história? Mateus narra em seu primeiro capítulo, versos 5 e 6: "Salmom gerou de Raabe a Boaz; este, de Rute, gerou a Obede; e Obede, a Jessé;Jessé gerou ao rei Davi". Sim!!! Raabe estava na genealogia de JESUS! Ela deu a luz à Boaz, que foi bisavô de Davi, tornando-se assim, da linhagem de Jesus. Que privilégio incrível! Que mistura de povos corria nas veias do Messias, afinal, Boáz, que foi bisavô de Davi, se casou com Rute, que era Moabita. Numa demonstração clara, de que todo tipo de gente, todas as raças e povos de todas as nações poderiam ser alcançados pela maravilhosa graça salvadora, na linhagem de Jesus, lá estava Raabe, a prostituta, e Rute, a moabita! Que este ensino encha nosso coração de alegria, afinal, também somos gentios, e esta graça nos alcançou! Aleluia!
Nos deparamos aqui com um maravilhoso aprendizado sobre a graça de Deus, oferecida a todo tipo de gente! Quando os dois espias mandados a Jericó para observar a terra e ver como os hebreus a invadiriam, a primeira casa em que 'aleatoriamente' entraram foi a casa de uma prostituta chamada Raabe, que morava nos muros da cidade. Isso já nos choca de cara! Ela era uma mulher imoral, que vivia às custas de seus pecados e devassidões. Mas a conversa dos espias com aquela pecadora, revela que o Espírito Santo de Deus já estava infundindo em seu coração algo sobrenatural:
_ Raabe creu na soberania e no senhorio de Deus: "Bem sei que o SENHOR vos deu esta terra" (verso 9)
_ Ela creu que Deus operara maravilhas no meio dos hebreus: "Porque temos ouvido que o SENHOR secou as águas do mar Vermelho diante de vós, quando saíeis do Egito; e também o que fizestes aos dois reis dos amorreus, Seom e Ogue, que estavam além do Jordão, os quais destruístes." (verso10)
_ Creu na misericórdia divina, e pediu misericórdia para si e para toda a sua família! "Agora pois, peço-vos, jurai-me pelo Senhor que, como usei de bondade para convosco, vós também usareis de bondade para com a casa e meu pai; e dai-me um sinal seguro, de que conservareis em vida meu pai e minha mãe, como também meus irmãos e minhas irmãs, com todos os que lhes pertencem, e de que livrareis da morte as nossas vidas." (versos 12 e 13)
_ Creu que o Deus de Israel é o Deus Todo Poderoso: "porque o Senhor vosso Deus é Deus em cima no céu e embaixo na terra" (verso11)
_ Permaneceu na fé, confiando na promessa de livramento, aguardando o livramento: "e ela atou o cordão de escarlata à janela" (verso 21)
Apesar de não ser judia e de viver uma vida depravada, quando soube notícias de quem eram os hebreus, como o seu Deus todo poderoso agia, Raabe demonstrou sua fé. Ela creu em Deus. Mais do que isso, ela é citada por Tiago como alguém que demonstrou em atitudes a fé que fora plantada por Deus em seu coração! Leia com calma o texto:
"Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta. Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé. Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem e tremem. Queres, pois, ficar certo, ó homem insensato, de que a fé sem as obras é inoperante? Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque? Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou, e se cumpriu a Escritura, a qual diz: Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça; e: Foi chamado amigo de Deus. Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente. De igual modo, não foi também justificada por obras a meretriz Raabe, quando acolheu os emissários e os fez partir por outro caminho? Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta." (Tiago 2:17 a 26)
Que ensino tremendo! Tiago não está defendendo aqui a salvação pelas obras. Não! Ele está explicando que a fé realmente produzida pelo Espírito Santo de Deus gera atitudes santas, como gerou na vida de Raabe!
Que história maravilhosa, que revela a graça de Deus sobre pecadores miseráveis, como Raabe, eu e você! O exemplo de Raabe é um exemplo emblemático na Bíblia para narrar, não apenas o poder transformador da graça de Deus, mas também a abrangência desta graça. A graça que atinge toda a terra! Deus mostra neste episódio que não é Deus apenas dos hebreus, mas o grande Deus de toda a Terra e de todos os povos. Raabe se casou com Salmom. E quer saber o restante da história? Mateus narra em seu primeiro capítulo, versos 5 e 6: "Salmom gerou de Raabe a Boaz; este, de Rute, gerou a Obede; e Obede, a Jessé;Jessé gerou ao rei Davi". Sim!!! Raabe estava na genealogia de JESUS! Ela deu a luz à Boaz, que foi bisavô de Davi, tornando-se assim, da linhagem de Jesus. Que privilégio incrível! Que mistura de povos corria nas veias do Messias, afinal, Boáz, que foi bisavô de Davi, se casou com Rute, que era Moabita. Numa demonstração clara, de que todo tipo de gente, todas as raças e povos de todas as nações poderiam ser alcançados pela maravilhosa graça salvadora, na linhagem de Jesus, lá estava Raabe, a prostituta, e Rute, a moabita! Que este ensino encha nosso coração de alegria, afinal, também somos gentios, e esta graça nos alcançou! Aleluia!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Josué 1
Não se sabe ao certo quem é o autor do livro de Josué. O que não há dúvidas, é de que o autor queria ressaltar a história maravilhosa do cumprimento das promessas que Deus fizera aos patriarcas, através de Josué. E logo no primeiro capítulo notamos que a base para a liderança de Josué foi lançada: "Ninguém te poderá resistir todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei, nem te desampararei." (verso 5). Deus mesmo promete a Josué que faria por ele o que fez por Moisés. Deus estaria à frente da conquista, dando força e coragem a Josué!
Outro aspecto importante ressaltado logo no primeiro capítulo do livro, é que Deus conclama Josué a ser forte e corajoso PARA ter cuidado de fazer segundo toda a lei que Moisés ordenou! Ele não deveria se desviar nem para a direita nem para a esquerda. Esta não seria uma liderança pautada em suas bases ideológicas, nem na sua forma de governar. Deus continuava sendo o Senhor sobre o seu povo, e Josué deveria ter esta noção, e não pensar que, agora que Moisés já era morto, ele poderia liderar como achasse melhor.
O verso 8 fala novamente de algo que muito tem me impressionado no decorrer da caminhada do povo de Deus: a advertência a que se ande segundo os seus estatutos! "Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido." Me faz pensar que muitas vezes nós falhamos nisso. Algumas vezes consideramos que já falamos demais com nossos filhos, nossos pais, amigos ou irmãos em Cristo. Achamos que, porque aquele assunto já foi pregado, não temos a necessidade de voltar a ele. Mas não era assim com o povo de Deus. Eles estavam sendo constantemente advertidos, repetidamente relembrados, de forma proposital a serem obedientes. A lei deveria ser incansavelmente exposta. E por que? Porque muito facilmente eles se esqueciam da lei. Muito facilmente se deixavam envolver pelas práticas que aprendiam com os povos ao seu redor. Muito facilmente esqueciam quem era o seu Deus, e o que Ele exigia de seu povo. Por isso a insistência: não cesses de falar deste livro da lei!! Este deve ser um estímulo a nós. Não nos cansemos de ensinar as verdades de Deus. Mesmo que em alguns momentos nos sintamos desanimados, desencorajados pela atitude do outro, devemos insistir, afinal, disto depende a vida dele! Devemos, como Josué, ser fortes e corajosos para fazer tudo aquilo que se encontra na lei de Deus. Isto requer coragem. Isto demanda esforço. Mas disto depende a nossa vida e a vida dos que amamos!
A partir do verso 10, Josué convoca o povo a se aprontar para começarem a travessia do Jordão, para tomarem a terra. A resposta do povo a ele foi imediata. Tendo a certeza de que Deus estava com Josué, como esteve com Moisés, eles prontamente se puseram sob sua liderança: "Tudo quanto nos ordenaste faremos e aonde quer que nos enviares iremos. Como em tudo obedecemos a Moisés, assim obedeceremos a ti; tão-somente seja o SENHOR, teu Deus, contigo, como foi com Moisés." (versos 16 e 17). Reconheceram que Josué estava sob a autoridade de Deus e então se puseram obedientes a ele!
Não se sabe ao certo quem é o autor do livro de Josué. O que não há dúvidas, é de que o autor queria ressaltar a história maravilhosa do cumprimento das promessas que Deus fizera aos patriarcas, através de Josué. E logo no primeiro capítulo notamos que a base para a liderança de Josué foi lançada: "Ninguém te poderá resistir todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei, nem te desampararei." (verso 5). Deus mesmo promete a Josué que faria por ele o que fez por Moisés. Deus estaria à frente da conquista, dando força e coragem a Josué!
Outro aspecto importante ressaltado logo no primeiro capítulo do livro, é que Deus conclama Josué a ser forte e corajoso PARA ter cuidado de fazer segundo toda a lei que Moisés ordenou! Ele não deveria se desviar nem para a direita nem para a esquerda. Esta não seria uma liderança pautada em suas bases ideológicas, nem na sua forma de governar. Deus continuava sendo o Senhor sobre o seu povo, e Josué deveria ter esta noção, e não pensar que, agora que Moisés já era morto, ele poderia liderar como achasse melhor.
O verso 8 fala novamente de algo que muito tem me impressionado no decorrer da caminhada do povo de Deus: a advertência a que se ande segundo os seus estatutos! "Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido." Me faz pensar que muitas vezes nós falhamos nisso. Algumas vezes consideramos que já falamos demais com nossos filhos, nossos pais, amigos ou irmãos em Cristo. Achamos que, porque aquele assunto já foi pregado, não temos a necessidade de voltar a ele. Mas não era assim com o povo de Deus. Eles estavam sendo constantemente advertidos, repetidamente relembrados, de forma proposital a serem obedientes. A lei deveria ser incansavelmente exposta. E por que? Porque muito facilmente eles se esqueciam da lei. Muito facilmente se deixavam envolver pelas práticas que aprendiam com os povos ao seu redor. Muito facilmente esqueciam quem era o seu Deus, e o que Ele exigia de seu povo. Por isso a insistência: não cesses de falar deste livro da lei!! Este deve ser um estímulo a nós. Não nos cansemos de ensinar as verdades de Deus. Mesmo que em alguns momentos nos sintamos desanimados, desencorajados pela atitude do outro, devemos insistir, afinal, disto depende a vida dele! Devemos, como Josué, ser fortes e corajosos para fazer tudo aquilo que se encontra na lei de Deus. Isto requer coragem. Isto demanda esforço. Mas disto depende a nossa vida e a vida dos que amamos!
A partir do verso 10, Josué convoca o povo a se aprontar para começarem a travessia do Jordão, para tomarem a terra. A resposta do povo a ele foi imediata. Tendo a certeza de que Deus estava com Josué, como esteve com Moisés, eles prontamente se puseram sob sua liderança: "Tudo quanto nos ordenaste faremos e aonde quer que nos enviares iremos. Como em tudo obedecemos a Moisés, assim obedeceremos a ti; tão-somente seja o SENHOR, teu Deus, contigo, como foi com Moisés." (versos 16 e 17). Reconheceram que Josué estava sob a autoridade de Deus e então se puseram obedientes a ele!
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Deuteronômio 34
Chega agora ao fim o longo período em que o povo de Deus atravessou o deserto. A distância entre o Egito, onde eram escravos, e a terra prometida, Canaã, não era grande. Em algumas semanas se fazia este percurso. Por que, então, o povo levou 40 anos rodando no deserto? Vimos esta resposta quando lemos Números 13:29 a 37. Toda aquela geração que não confiou nas palavras de Calebe e Josué, ordenadas por Deus, pereceu no deserto, não viu a terra: " nenhum dos homens que, tendo visto a minha glória e os prodígios que fiz no Egito e no deserto, todavia, me puseram à prova já dez vezes e não obedeceram à minha voz, nenhum deles verá a terra que, com juramento, prometi a seus pais, sim, nenhum daqueles que me desprezaram a verá." (Números 14:22 e 23). O povo rodou pelo deserto não apenas esperando a morte daquela geração incrédula, mas também porque Deus pretendia forjar para si um povo monoteísta. As experiências vividas pelo povo naquele deserto, visava deixar claro que havia um único Deus. Foram 40 anos de provas, milagres, livramentos e manifestações da bondade de Deus: "Quarenta anos vos conduzi pelo deserto; não envelheceram sobre vós as vossas vestes, nem se gastou no vosso pé a sandália." (Deuteronômio 29:5).
Deus então, do alto do monte Nebo, mostra a Moisés a terra prometida. Deve ter sido um momento de imensa alegria para Moisés, vislumbrar, mesmo que de longe, a concretização da promessa! Me chamou a atenção neste texto, que em momento nenhum, Moisés reclama, ou tenta 'convencer' a Deus de deixá-lo entrar. Ele sabia que a palavra de Deus era uma só. Embora Moisés fosse o homem que o verso 10 descreve como: " Nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, com quem o SENHOR houvesse tratado face a face", Deus não revogou sua ordem. Por causa do evento de Meribá, em que Moisés feriu a rocha, Deus pronunciou a sua sentença, e não voltou atrás.
Muitas vezes achamos que as coisas não são 'bem assim'. Por causa dos maus exemplos de autoridades que temos em nossas vidas, por vezes achamos que Deus também é assim. Muitas vezes convencemos nossas autoridades de que o castigo é exagerado, eles se esquecem de nos punir, dão um castigo mais brando do que aquele predito. Mas Deus não é homem! Precisamos nos lembrar sempre disso! Deus não volta atrás, não se deixa convencer por ninguém, ninguém detém seus propósitos, não há quem o possa resistir. Se nem Moisés, homem com quem Deus falava face a face, foi poupado de seu castigo pela desobediência, imagine nós!
Por outro lado, como Deus é, acima de tudo um Deus JUSTO, vemos o belo exemplo citado ontem, quando é dada as porções a cada tribo, Deus se lembrando dos Levitas. Lá atrás, assim que saíram do Egito, quando o povo construiu o bezerro de ouro, somente a tribo de Levi se colocou ao lado de Moisés. Esta atitude não foi esquecida por Deus, antes recompensada, dando a eles o enorme privilégio do sacerdócio! Não pensemos então, que Deus é como nós. Ele não se esquece das coisas, não fica o dito pelo não dito, as coisas não passam em branco por Ele! Isso aumenta muito nossa admiração e nosso temor por Ele!
Meu desejo é que tenhamos aprendido muito com a caminhada do povo no deserto. Desejo que nossos corações tenham sido edificados, e que tenhamos aprendido a principal e mais repetida lição do livro de Deuteronômios: " Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal; se guardares o mandamento que hoje te ordeno, que ames o SENHOR, teu Deus, andes nos seus caminhos, e guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, então, viverás e te multiplicarás, e o SENHOR, teu Deus, te abençoará na terra à qual passas para possuí-la. Porém, se o teu coração se desviar, e não quiseres dar ouvidos, e fores seduzido, e te inclinares a outros deuses, e os servires, então, hoje, te declaro que, certamente, perecerás; não permanecerás longo tempo na terra à qual vais, passando o Jordão, para a possuíres. Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o SENHOR, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e apegando-te a ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade; para que habites na terra que o SENHOR, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó." (Deuteronômio 30:15 a 20).
Chega agora ao fim o longo período em que o povo de Deus atravessou o deserto. A distância entre o Egito, onde eram escravos, e a terra prometida, Canaã, não era grande. Em algumas semanas se fazia este percurso. Por que, então, o povo levou 40 anos rodando no deserto? Vimos esta resposta quando lemos Números 13:29 a 37. Toda aquela geração que não confiou nas palavras de Calebe e Josué, ordenadas por Deus, pereceu no deserto, não viu a terra: " nenhum dos homens que, tendo visto a minha glória e os prodígios que fiz no Egito e no deserto, todavia, me puseram à prova já dez vezes e não obedeceram à minha voz, nenhum deles verá a terra que, com juramento, prometi a seus pais, sim, nenhum daqueles que me desprezaram a verá." (Números 14:22 e 23). O povo rodou pelo deserto não apenas esperando a morte daquela geração incrédula, mas também porque Deus pretendia forjar para si um povo monoteísta. As experiências vividas pelo povo naquele deserto, visava deixar claro que havia um único Deus. Foram 40 anos de provas, milagres, livramentos e manifestações da bondade de Deus: "Quarenta anos vos conduzi pelo deserto; não envelheceram sobre vós as vossas vestes, nem se gastou no vosso pé a sandália." (Deuteronômio 29:5).
Deus então, do alto do monte Nebo, mostra a Moisés a terra prometida. Deve ter sido um momento de imensa alegria para Moisés, vislumbrar, mesmo que de longe, a concretização da promessa! Me chamou a atenção neste texto, que em momento nenhum, Moisés reclama, ou tenta 'convencer' a Deus de deixá-lo entrar. Ele sabia que a palavra de Deus era uma só. Embora Moisés fosse o homem que o verso 10 descreve como: " Nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, com quem o SENHOR houvesse tratado face a face", Deus não revogou sua ordem. Por causa do evento de Meribá, em que Moisés feriu a rocha, Deus pronunciou a sua sentença, e não voltou atrás.
Muitas vezes achamos que as coisas não são 'bem assim'. Por causa dos maus exemplos de autoridades que temos em nossas vidas, por vezes achamos que Deus também é assim. Muitas vezes convencemos nossas autoridades de que o castigo é exagerado, eles se esquecem de nos punir, dão um castigo mais brando do que aquele predito. Mas Deus não é homem! Precisamos nos lembrar sempre disso! Deus não volta atrás, não se deixa convencer por ninguém, ninguém detém seus propósitos, não há quem o possa resistir. Se nem Moisés, homem com quem Deus falava face a face, foi poupado de seu castigo pela desobediência, imagine nós!
Por outro lado, como Deus é, acima de tudo um Deus JUSTO, vemos o belo exemplo citado ontem, quando é dada as porções a cada tribo, Deus se lembrando dos Levitas. Lá atrás, assim que saíram do Egito, quando o povo construiu o bezerro de ouro, somente a tribo de Levi se colocou ao lado de Moisés. Esta atitude não foi esquecida por Deus, antes recompensada, dando a eles o enorme privilégio do sacerdócio! Não pensemos então, que Deus é como nós. Ele não se esquece das coisas, não fica o dito pelo não dito, as coisas não passam em branco por Ele! Isso aumenta muito nossa admiração e nosso temor por Ele!
Meu desejo é que tenhamos aprendido muito com a caminhada do povo no deserto. Desejo que nossos corações tenham sido edificados, e que tenhamos aprendido a principal e mais repetida lição do livro de Deuteronômios: " Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal; se guardares o mandamento que hoje te ordeno, que ames o SENHOR, teu Deus, andes nos seus caminhos, e guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, então, viverás e te multiplicarás, e o SENHOR, teu Deus, te abençoará na terra à qual passas para possuí-la. Porém, se o teu coração se desviar, e não quiseres dar ouvidos, e fores seduzido, e te inclinares a outros deuses, e os servires, então, hoje, te declaro que, certamente, perecerás; não permanecerás longo tempo na terra à qual vais, passando o Jordão, para a possuíres. Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o SENHOR, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e apegando-te a ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade; para que habites na terra que o SENHOR, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó." (Deuteronômio 30:15 a 20).
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Deuteronômio 33
São feitas agora, as disposições finais, já vislumbrado por Moisés o lugar em cada tribo seria assentada na terra prometida. Existe uma relação entre as bênçãos proferidas a cada tribo, com acontecimentos passados, necessidades ou função específica de cada uma delas, como nos explica Paul Hoff em seu livro "O Pentateuco".
Rúben: A bênção proferida a Rúben, é uma lembrança da maldição sobre ele em Gênesis 49:4. Ele havia perdido a primogenitura por haver profanado o leito de seu pai, deitando-se com uma de suas concubinas, Bila (Gênesis 35:22). Este evento o privou da primogenitura e de sua liderança entre os irmãos. Segundo a Bíblia de Genebra, "a herança de um filho no antigo Oriente Próximo não poderia ser alterada por uma decisão arbitrária do pai, mas tais mudanças poderiam ser feitas se ocorressem sérias ofensas sexuais do filho contra a família."
Judá: Eles teriam grande poder, seriam como quem toma a dianteira nas ações militares contra os inimigos de Israel.
Levi: Receberam o secerdócio e o ministério de consultar ao Senhor (o Urim e o Tumim, que eram objetos que não se sabe ao certo o que eram, nem como funcionavam, mas que eram usados pelos sacerdotes para receber os oráculos da parte de Deus). Este privilégio foi dado à esta tribo, por causa da fidelidade deles por ocasião da construção do bezerro de ouro, quando apenas a tribo de Levi se colocou ao lado de Moisés contra o povo e atuou no julgamento contra os descendentes de seus irmãos pecadores. Apesar de ter de se colocar contra seu próprio sangue, eles o fizeram em obediência à aliança de seu Deus. E olha que eles não tiveram que se colocar contra sua família ideologicamente não! Tiveram que cingir suas espadas e matar seus irmãos, seus amigos, seus vizinhos (Gênesis 32:27). Eram homens fiéis a Deus, não abriam mão disso por ninguém, e foram abençoados!
Benjamim: Moisés contemplou sua tranquilidade futura.
De José- Efraim e Manassés: José recebeu os direitos de primogenitura e porção dupla através da adoção de seus dois filhos por seu pai, Jacó. Sobre eles recaiu a bênção da fertilidade de suas terras e também de grande força, semelhante à do búfalo.
Zebulom e Issacar: Estes prosperariam com empresas comerciais nas costas do mar.
Dã: Este povo seria valente e forte como um leão jovem que chega à plenitude de suas forças.
Naftali: Receberiam uma terra fértil na região do mar da Galiléia.
Aser: Sobre esta tribo foi profetizada grande abundância de oliveiras e segurança.
Todas estas bênçãos seguiria o povo por causa da incomparável bondade de Deus. Ele mesmo concederia a vitória contra os inimigos, não importando os números que estivessem guerreando: "O Deus eterno é a tua habitação e, por baixo de ti, estende os braços eternos; ele expulsou o inimigo de diante de ti e disse: Destrói-o" (verso27). Se o Senhor estivesse ao lado de Israel, "poriam em fuga um vasto número de adversários, ao passo que um Israel numeroso, mas desobediente, seria derrotado por uns poucos, chegando mesmo a fugir quando ninguém os estivesse perseguindo! (Bíblia de Genebra). "Quando Israel se colocava nos braços eternos, esses mesmos braços o conduziam pelo campo de batalha e o utilizavam para executar o juízo divino contra os corrompidos cananeus." Paul Hoff
São feitas agora, as disposições finais, já vislumbrado por Moisés o lugar em cada tribo seria assentada na terra prometida. Existe uma relação entre as bênçãos proferidas a cada tribo, com acontecimentos passados, necessidades ou função específica de cada uma delas, como nos explica Paul Hoff em seu livro "O Pentateuco".
Rúben: A bênção proferida a Rúben, é uma lembrança da maldição sobre ele em Gênesis 49:4. Ele havia perdido a primogenitura por haver profanado o leito de seu pai, deitando-se com uma de suas concubinas, Bila (Gênesis 35:22). Este evento o privou da primogenitura e de sua liderança entre os irmãos. Segundo a Bíblia de Genebra, "a herança de um filho no antigo Oriente Próximo não poderia ser alterada por uma decisão arbitrária do pai, mas tais mudanças poderiam ser feitas se ocorressem sérias ofensas sexuais do filho contra a família."
Judá: Eles teriam grande poder, seriam como quem toma a dianteira nas ações militares contra os inimigos de Israel.
Levi: Receberam o secerdócio e o ministério de consultar ao Senhor (o Urim e o Tumim, que eram objetos que não se sabe ao certo o que eram, nem como funcionavam, mas que eram usados pelos sacerdotes para receber os oráculos da parte de Deus). Este privilégio foi dado à esta tribo, por causa da fidelidade deles por ocasião da construção do bezerro de ouro, quando apenas a tribo de Levi se colocou ao lado de Moisés contra o povo e atuou no julgamento contra os descendentes de seus irmãos pecadores. Apesar de ter de se colocar contra seu próprio sangue, eles o fizeram em obediência à aliança de seu Deus. E olha que eles não tiveram que se colocar contra sua família ideologicamente não! Tiveram que cingir suas espadas e matar seus irmãos, seus amigos, seus vizinhos (Gênesis 32:27). Eram homens fiéis a Deus, não abriam mão disso por ninguém, e foram abençoados!
Benjamim: Moisés contemplou sua tranquilidade futura.
De José- Efraim e Manassés: José recebeu os direitos de primogenitura e porção dupla através da adoção de seus dois filhos por seu pai, Jacó. Sobre eles recaiu a bênção da fertilidade de suas terras e também de grande força, semelhante à do búfalo.
Zebulom e Issacar: Estes prosperariam com empresas comerciais nas costas do mar.
Dã: Este povo seria valente e forte como um leão jovem que chega à plenitude de suas forças.
Naftali: Receberiam uma terra fértil na região do mar da Galiléia.
Aser: Sobre esta tribo foi profetizada grande abundância de oliveiras e segurança.
Todas estas bênçãos seguiria o povo por causa da incomparável bondade de Deus. Ele mesmo concederia a vitória contra os inimigos, não importando os números que estivessem guerreando: "O Deus eterno é a tua habitação e, por baixo de ti, estende os braços eternos; ele expulsou o inimigo de diante de ti e disse: Destrói-o" (verso27). Se o Senhor estivesse ao lado de Israel, "poriam em fuga um vasto número de adversários, ao passo que um Israel numeroso, mas desobediente, seria derrotado por uns poucos, chegando mesmo a fugir quando ninguém os estivesse perseguindo! (Bíblia de Genebra). "Quando Israel se colocava nos braços eternos, esses mesmos braços o conduziam pelo campo de batalha e o utilizavam para executar o juízo divino contra os corrompidos cananeus." Paul Hoff
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