sexta-feira, 1 de abril de 2011

                             Deuteronômio 4:1 a 5


   O capítulo 4 contém o final do primeiro grande discurso de Moisés aos Hebreus, antes de sua morte e da tomada de Canaã. Leremos este capítulo aos poucos, extraindo dele toda riqueza que conseguirmos!
     Nestes cinco primeiros versos, Moisés apela para que o povo ouça os estatutos e juízos e os cumpra. A consequência imediata já estava prometida: se obedecessem,viveriam, entrariam e possuiriam a terra de canaã. Lembramos mais uma vez que os estatutos do Senhor deveriam ser cumpridos à risca, nada se acrescentando, nada retirando. Esta ordem também está descrita em Apocalipse 22:18 e 19 e nos adverte: "Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico:  Se alguém fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro." A ordem é para que a Escritura seja ensinada e crida como ela é. Sem invenções humanas. Não temos que concordar ou não, achar que esta ou aquela verdade não deve ser ensinada, ou modificá-la segundo os nossos próprios interesses! Fidelidade à lei de Deus é a exigência. Sem corrupções, sem acréscimos, sem tirar absolutamente nada dela!
     O exemplo negativo que Moisés usou para chocar o povo foi o evento da idolatria fomentada por Balaão em Baal-Peor, onde Deus julgou o povo, matando naquele dia 24.000 pessoas. Os que obedeceram viveram! No verso 5, Moisés reconhece que tem ensinado ao povo toda a lei de Deus, como Deus mandou e agora cabia a eles executar as ordens que moisés fielmente lhes passara! Vemos aí a dupla responsabilidade que faz uma Igreja ser uma verdadeira Igreja de Cristo: um pastor que ensine todo o decreto de Deus, sem tirar nem pôr; e um povo que ouça estes ensinamentos, amem e sigas estas verdades. Este é um binômio perfeito, que sempre redundará em glórias ao Senhor da Igreja.

4 comentários:

  1. Só pelo que diz no verso 2 poderíamos tirar pregações,posts,abrir discuções,etc:"Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela para que guardeis os mandamentos do Senhor,vosso Deus,que vos mando".Hoje o discurso de "certos crentes" é que lei mudou, que a lei era só pra aquele tempo, que os tempos são outros.A lei de Deus é perfeita,imutável.É total falta de conhecimento bíblico,alegar coisas como essas.Dizendo coisas assim,sobre a palavra de Deus, estamos dizendo que Deus não é perfeito,bom,é o que se entende disso.Assim como Deus escolheu a cada um para ser seu filho, ele já tinha,antes da fundação do mundo,instituído essas leis,e tendo em consciência-óbviamente- o que haveria de vir.É inimaginável uma coisa como essa, Deus pensar em algo que um dia deixaria de ter valor,ou que mudaria dessa maneira (seja com relação à lei ou qualquer outra coisa instituída por Deus.Esse "evangelho" pregado por aí, é seita e não o verdadeiro evangelho. e A lei de Deus é perfeita.Deus é perfeito.

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  2. Se o povo obedecesse aos estatutos, entrariam na terra de canaã. O versículo 2 me fez lembrar a pregação do domingo passado. Não se deve acrescentar nem retirar NADA da palavra de Deus. A nossa "opinião" pessoal acerca da escritura, o que achamos ou deixamos de achar dela não pode se tornar um motivo que nos leve a pensar que temos o direito de modifica-la. Pelo contrário, ela deve permanecer intacta e deve ser ensinada da maneira correta.

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  3. Gabriel Benjamin3 de abril de 2011 20:04

    O mesmo DEUS que é misericordioso é santo e sendo santo exige santidade no cumprimento de suas ordenanças. É muito interessante como as coisas de DEUS deveriam ser feitas perfeitamente e qualquer erro, por minimo que seja estragava tudo, porque DEUS é perfeito e devemos sempre, mais e mais estar nos aprimorando para poder-mos herdar a vida eterna .

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  4. Moisés neste discurso mostra a importância da pregação verdadeira da palavra, e a real instrução do povo; sem deixar de mostrar que diante de tais fatos o povo tinha a responsabilidade, agora, depois de ter recebido os verdadeiros ensinamentos, de continuar no caminho, e de não acrescentar nem retirar nenhuma doutrina aos mandamentos divinos. Um ótimo exemplo onde vemos a preocupação do "pastor" em relação ao seu "rebanho", é quando Paulo instrui os Gálatas, em Gálatas 1.6-9. "Assim como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema." A confiança do pastor em relação ao que tinha pregado, confiança essa vinda do próprio Deus, que o instruía com seu Espírito, e a responsabilidade dele em alertar o seu rebanho a respeito das falsas doutrinas.

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